Quando a bibliotecária Taylor Harris repentinamente perde o emprego, ela se muda de volta para sua pequena cidade natal em Montana. Lá, ela se envolve na luta para ajudar a salvar o pequeno hotel de seu irmão do magnata Joel Sheenan, que quer renová-lo.
Sabe aqueles filmes de romance bem clichês? A gente começa assistindo já sabendo exatamente como vai terminar. Ainda assim, As Cores do Amor é um filme super gostoso, ideal para aqueles momentos em que não queremos pensar muito, mas apenas relaxar a mente e fugir um pouco da realidade. No fundo, sabemos que aquele ideal de romance dificilmente acontece daquela forma na vida real — e talvez seja justamente isso que torne esse tipo de filme tão confortável.
Outro ponto que prende a atenção é a química entre os protagonistas. Eles combinam visualmente, são bonitos e atraentes, o que torna o romance ainda mais fácil de acompanhar.
Um ponto que me incomodou, porém, foi a edição. O filme é relativamente recente (2021), mas utiliza cortes entre algumas cenas com a tela preta, deixando a narrativa um pouco fragmentada e fazendo com que algumas cenas não tenham uma continuidade tão direta. Talvez algumas pessoas não se incomodem e até sintam que esses intervalos ajudam a “descansar” a mente, mas, para mim, esse recurso chama atenção justamente por não ser tão comum nas produções cinematográficas atuais.
No geral, é aquele típico filme para assistir sem grandes expectativas, quando você só quer relaxar e se deixar levar por uma história romântica previsível, mas gostosa.
Ai, fofo, né.
Ela uniu o útil ao agradável, foi bem inteligente. Adoro a Jessica e o Chad. É fofinho o filme. Final bonito.
Fofinho, mas a trama podia se desenrolar melhor...
Fofinho, mas pensei que
Já que ele queria ajudar a cidade, poderia ter investido na biblioteca. Deram o gancho falando que a biblioteca estava querendo se digitalizar, mas não usaram =/