Jornalista americano viaja para Israel com o intuito de investigar a morte de oito fuzileiros navais, vítimas de um ataque terrorista. Mas ele acaba descobrindo que muito mais coisas se escondem por trás do incidente e sua vida passa a correr perigo.
A premissa é interessante, mas o roteiro é confuso, mal explicado e cheio de furos. As cenas de ação são poucas, mas foram boas — com exceção das lutas, que foram medianas.
O plot twist da torre é bem forçado; só queriam chocar no final, achei incoerente com o que estava sendo desenvolvido.
A trama foi gravada em Israel. Este foi o primeiro e último filme atuado pela modelo Lisa Berkley, que faz a mocinha da história. Ela era muito bonita e é uma pena que não tenha querido construir uma carreira no cinema.
Um filme mediano de ação do Reino Unido em parceria com Israel.
Pra passar o tempo, ok.
Se o filme não fosse tão arrastado, daria mais uma estrela.
Um dos piores que vi do Dolph, ritmo lentíssimo e arrastado. É ótimo para o sueco tentar inovar e fazer um personagem um pouco diferente (que não sai matando dezenas ou centenas), mas nesse filme em particular não foi legal.
Tem algumas coisas graves no roteiro, como
o militar passar informações sigilosas ao personagem do Dolph sem que eles se conhecessem(na cena da sinuca), desde quando informações secretas são ''achadas'' assim? meio que vacilaram aí.
Louis Gossett Jr na capa é propaganda enganosa, aparece bem pouco para receber um destaque assim rsrs.
A fotografia não me agradou, e parece que o filme é mais antigo do que é... tipo, se eu não soubesse, acreditaria facilmente que é um filme do final da década de 70, não sei se é a falta de qualidade imagem do filme em DVD (comprei lá em 2004) ou outra coisa, mas isso é bem relevante.
Para não dizer só pontos fracos, curti muito a
reviravolta no final, me surpreendi em dobro, realmente sequer cogitei que o casal era vilão.
No mais, é um filme até legal para se assistir sem pretensões em um domingo maior da vida, mas não espere um ''massacre do bairro japonês'' ou coisa melhor que o Dolph já fez.
Pela época em que foi feito, no nostalgico início dos anos 90, esse filme é bem abaixo da média, mas assim como citei em O Lutador de Rua do Charles Bronson, o filme pode se tornar bom se voce assistir no clima propício. Pois pela época em que foi feito e por quem estrelou, logo se espera um filme cascudo, com muita porrada, tiro, explosão, mas o filme tem uma trama mais arrastada e ação demora pra iniciar, e quando inicia não deixa a desejar. Se não fosse pelo começo enrolado e o desfecho emblemático, poderia ser um filme mais prestigiado e menos esquecido, pois a produção era muito boa. O Louis Gossett Jr repete aqui a dobradinha com o Dolph de O Justiceiro, mas pra mim, seu personagem mais uma vez não mostrou a que veio. E o personagem do Dolph aqui é um dos menos imponentes da sua carreira, e tem quem diga que ele só faz papel overpower...