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Data de lançamento
3 Março 2023Duração
Depois de dominar o mundo do boxe, Adonis Creed vem prosperando tanto na carreira quanto na vida familiar. Quando um amigo de infância e ex-prodígio do boxe, Damian, ressurge depois de cumprir uma longa sentença na prisão, ele está ansioso para provar que merece sua chance no ringue. Damian pede a ajuda de Creed para que ele o ajude a voltar para os campeonatos de luta. Apesar de tudo, dezoito anos na prisão mudam a pessoa e Damian não está nada satisfeito que Creed "tomou seu lugar" no ringue de boxe. Dois velhos amigos então vão lutar para enfrentar seus passados juntos e enfrentar o futuro que os aguarda. Para acertar as contas, Adonis deve colocar seu futuro em risco para lutar contra Damian - um lutador que não tem nada a perder.
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YOU CANT RUN TO YOU PAST, ou " voce nao pode fugir do seu passado ", e cujo embora ainda que para o aqui representante da negritude, dos seus " parentes " da africa, assim como de quem em geral em se tratando de perfil negroide yanke, dificilmente fugiria de continuar pertencendo ate a morte AO GUETO, aos FAVELADOS, aos donos de bocas de fumo, do ambiente geografico desregrado a drogas, violencia, a grupos familiares compostos de 50 primos e 300 irmãs pasmem nao esterilizadas sem poder sustentar sequer a si mesmo , aos que vendem o almoço e o lanche junto para PAGAR O JANTAR, ao funk, a lutar boxe devido ao analfabetismo nao funcional e no fim morrerem de demencia pugilistica cedo, ao grafite, a sindrome da imunodeficiencia adquirida etc ADONIS CREED, este sim tenha conseguido sair de um mundo o qual raramente alguem de seu grupo etnico " escapa ", que contudo e a proposito de pugilismo, ao menos junto a tal OTIMA sequencia cinefila do derivado de seu mentor o qual aqui o trouxe para tal cotidiano esportivo e suburbano ao mesmo tempo ha exatos 03 anos, bem como DANEM SE opinioes divergentes, muito o ficaria claro que as vezes os PIORES " adversarios " sequer sao os dos ringues, mas aqueles os quais julgamos ter acertados as contas la atras, e que na verdade DAMIAN ANDERSON que assim o diga bem ? sequer ainda havia tido um " pedido de desculpas " se e´que porventura ou nao me entendem, resumindo a quem interessar ou nao possa, creio JA DEU a ponto de deixar de ROCKYS a PUPILOS para tras NÉ ? ate porque CALÇAS AS LUVAS sequer hoje em dia trata se o principal DESPORTO da terra do tio sam como todavia antes, e fim de papo. " Creedisticamente " NOTA 9.5.
Acho que a franquia Creed conseguiu com o talvez último filme achar um ponto que deixa o Rocky para trás e foca mesmo no Adonis. Gostei muito da ideia do vilao ser alguém do passado que o ajudou e no recebeu ajuda quando precisou. É uma motivação genuína e real de tentar recuperar o que era pra ter também sido seu. Por fim, a direção do B Jordan entrega muito estilo e mostra que ele realmente é fã de animes Shonen kkkk. A parte do silêncio na luta final e os flashes que eles tem é " 100% anime. O primeiro Creed é fantástico no sentido nostalgia, o segundo cai um pouco, porque ainda usa da muleta do passado do rocky e do Apollo, mas aqui, finalmente entregaram uma história do Adonis e pra mim está no nível do primeiro Creed.
Não é meu Creed favorito, mas é muito bom também. Ver Michael B. Jordan é sempre bom.
Reassistido em 27/09/2026
Drama da MGM, Balboa Productions, Chartoff-Winkler Productions, Glickmania, Outlier Society, Proximity Media e United Artists Releasing que é o 3° filme da série "Creed" e o 9° da franquia "Rocky". Sylvester Stallone é um dos produtores. Michael B. Jordan está na direção das filmagens do 4° episódio da franquia.
Mila Davis-Kent é surda na vida real. No início de 2020, foi noticiado que Creed III (23) marcaria a estréia de Michael B. Jordan na direção. Ele atuou como produtor executivo de Creed II (18). Este foi o 1° filme da franquia Rocky/Creed a não contar com Sylvester Stallone como Rocky Balboa. Com a sua ausência, não houve personagens que tenham aparecido em todos os filmes da série. Segundo Jonathan Majors, o sobrenome de Damien, Anderson, foi tirado do nome de seu próprio avô. O 3° filme da série "Creed" foi lançado no 3° dia do 3° mês (março) do 3° ano da 3° década do 3° milênio da Era Comum.
Dirigido por seu carismático ator em uma estréia na direção notavelmente segura, o filme é, assim como seus dois antecessores, pura cultura e comunidade negra. E essa reviravolta, embora mantenha a essência, é fascinante, não deixa a desejar. Parece um filme de estréia cuidadosamente elaborado que exala sobriedade, habilidade e coloca cada movimento de câmera a serviço da estória. Embora seja mais um filme genérico sobre boxe, tem mais qualidades do que defeitos.
Quando já não se esperava nada dessa trilogia pelos dois filmes fracos, conseguem surpreender com um ótimo desfecho. O grande mérito do filme foi justamente ter se livrado do "fantasma do Rocky" que estava contaminando e tirando a personalidade do protagonista. Só deveriam ter feito alguma menção sobre o destino do Rocky, ficou estranho terem ignorado isso...
Mas desta vez o Adonis finalmente consegue contar sua própria história sem se escorar em personagens do passado. Michael B. Jordan assumiu a direção desta vez e entendeu o rumo que o filme deveria tomar e acertou em cheio.
A trama é envolvente, com dramas plausíveis e com Damian "Dame" surpreendendo como um vilão vingativo e traumatizado. Sua motivação não é a ganância pura, mas o desespero de querer recuperar o tempo perdido e também um rancor guardado pela atitude do Adonis em sua prisão.
A batalha final é incrível, não apenas pela violência brutal e golpes sendo mostrados em câmera lenta mas também por enfatizar o que a disputa pelo título era secundária. A briga ali era puramente para um acerto pessoal entre os dois e isso ficou claro o tempo todo.
E parece que o público aprovou essa mudança de rumo da franquia, o filme teve recorde de bilheteria entre os 3 arrecadando mais de US$ 250 milhões mundialmente. Pena que a mudança veio tarde e os produtores só entenderam o óbvio no fim...
Curiosidade: Stallone expressou insatisfação com a direção mais sombria que os cineastas queriam dar ao filme, afirmando: "É uma situação lamentável porque sei o que poderia ter sido. Foi levado para uma direção bem diferente da que eu teria escolhido. É uma filosofia diferente. Desejo-lhes tudo de bom, mas sou muito mais sentimentalista.
Ele também se recusou a assistir ao filme devido ao envolvimento do produtor Irwin Winkler, a quem Stallone chamou de "parasita" por "explorar ao máximo" os personagens que ele criou.