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Data de lançamento
22 Set. 2004Duração
CSI: New York é o segundo spin-off da série CSI: Crime Scene Investigation. Estreou em setembro de 2004 após derivar-se do episódio MIA/NYC-Nonstop, de CSI: Miami que foi ao ar no final da segunda temporada. O episódio conta a viagem de Horatio Caine (CSI: Miami) a Nova York em perseguição a um suspeito de homicídio que fugiu de Miami. O elenco original é composto por Gary Sinise (Mac Taylor), Melina Kanakaredes (Stella Bonasera), Vanessa Ferlito (Aiden Burn), Carmine Giovinazzo (Danny Messer), Hill Harper (Dr. Sheldon Hawkes) e Eddie Cahill (Donald "Don" Flack Jr.).
Com um clima muito mais sombrio que seus antecessores, é bem mais sangrento que a versão de Miami. Foi filmado com uma luz azulada até a segunda temporada, quando o presidente da CBS decidiu tornar o show "menos frio". Possui também um maior teor dramático que conta com a história do líder CSI, Mac, que perdeu a esposa no ataque terrorista às Torres Gêmeas de Nova York, em 11 de setembro de 2001.
A série está na sua 6ª temnporada nos EUA e com elenco renovado.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
A franquia CSI (Crime Scene Investigation) revolucionou o gênero policial na televisão, trazendo um olhar detalhado sobre a ciência forense aplicada à investigação criminal. Dentre as séries que compõem a franquia, CSI: NY e CSI: Las Vegas se destacam, cada uma com características próprias que influenciam a narrativa e a experiência do espectador. Enquanto CSI: Las Vegas se consolidou como a série original, com um tom investigativo clássico, CSI: NY trouxe uma abordagem mais sombria e intensa, marcada pela ambientação urbana e pelo desenvolvimento mais profundo dos personagens.
A primeira grande diferença entre as duas séries está na ambientação. CSI: NY se passa na cidade de Nova York, capturando a essência vibrante e ao mesmo tempo sombria da metrópole. A cinematografia da série reforça essa atmosfera, utilizando tons azulados e frios, que acentuam a seriedade dos casos investigados. A cidade se torna quase um personagem adicional, contribuindo para a construção de uma narrativa mais densa e emocional. Em contrapartida, CSI: Las Vegas apresenta um visual mais quente e colorido, refletindo o brilho neon e o glamour dos cassinos, o que confere à série um tom mais estilizado e menos sombrio.
Outro aspecto de destaque em CSI: NY é seu protagonista, Mac Taylor, interpretado por Gary Sinise. Diferente de Gil Grissom, o excêntrico líder da equipe em CSI: Las Vegas, Taylor possui um perfil mais rígido e disciplinado, influenciado por seu passado militar. Essa característica confere maior intensidade às investigações, uma vez que Mac não apenas busca solucionar crimes, mas também manter um forte senso de justiça e honra. Um exemplo marcante ocorre quando ele se recusa a abandonar um caso arquivado, demonstrando sua dedicação inabalável às vítimas e suas famílias.
Além da liderança forte, CSI: NY investe mais no desenvolvimento pessoal de seus personagens. Relações interpessoais são exploradas ao longo das temporadas, tornando os membros da equipe mais humanizados. A relação entre Danny Messer e Lindsay Monroe, por exemplo, evolui gradualmente, apresentando desafios realistas que culminam em seu casamento. Essa abordagem torna a série mais envolvente para o público, que acompanha não apenas os casos criminais, mas também os dilemas pessoais dos investigadores.
No que diz respeito à narrativa, CSI: NY tende a apresentar casos mais violentos e complexos, muitas vezes relacionados a gangues, terrorismo e assassinatos brutais. A série não hesita em inserir sequências de ação intensa, como no episódio Snow Day, em que o laboratório forense é invadido e a equipe precisa enfrentar criminosos armados. Essa abordagem contrasta com CSI: Las Vegas, que, embora também envolva crimes complexos, foca mais na análise científica e na resolução dos mistérios de forma meticulosa. A tecnologia forense é outro elemento bem explorado em CSI: NY. A série frequentemente utiliza recursos visuais avançados, como recriações digitais de cenas de crime e hologramas, proporcionando um impacto visual impressionante e tornando as investigações ainda mais dinâmicas. Embora CSI: Las Vegas também faça uso de tecnologia, sua abordagem é mais voltada para áreas específicas da ciência forense, como entomologia e química.
Diante dessas diferenças, CSI: NY se destaca dentro da franquia por sua atmosfera mais intensa e emocionalmente envolvente. A combinação de um protagonista forte, personagens bem desenvolvidos, tramas dinâmicas e um uso inovador da tecnologia forense faz com que a série tenha uma identidade própria, diferenciando-se da original CSI: Las Vegas. Para os fãs de dramas policiais que buscam uma abordagem mais sombria e urbana, CSI: NY se apresenta como uma excelente escolha dentro do universo CSI.
Primeira vez assistindo CSI:NY. Já acompanhava o Miami e o Las Vegas, mas não esse...
A primeira vista, não gostei da filmagem escura, mas isso é uma questão de preferência mesmo, eu gosto das imagens mais claras (como o do Miami). No entanto isso não interferiu na minha avaliação da temporada.
Eu gostei bastante de conhecer o CSI:NY. A temporada teve muitos casos legais, curti principalmente os episódios 10, 19 e 20, que falam sobre a sonâmbula, a mulher nos lençóis e o estudante morto por causa de drogas, respectivamente.
Terminei a temporada com gostinho de quero mais. Amei a Stella e o Mac. Gostei bastante do Flac e da Aiden também. O único personagem que peguei certo ranço foi o Danny, mas, pelo que deu a entender, ele será trabalhado nas próximas temporadas, então vou esperar para ver no que vai dar (quem sabe ele não fica menos idiota).
Em resumo, eu amei a temporada!!!
O melhor CSI.
Li muitos comentários antes de iniciar esta temporada. Várias pessoas dizendo que a versão NY não teve sucesso, mas gente, são nove temporadas, se fosse um fracasso não teria chegado onde chegou. Então... menos, rs.
A temporada é ótima. Eu comecei a assisti-la, inicialmente, por amor à New York e já fiquei imaginando as cenas na cidade. Eu achei que haveria um entrosamento maior entre os personagens e suas histórias particulares, mas o foco desta temporada é realmente mais no profissional, focado nos diversos crimes.
Até mesmo a edição das imagens mostra um tom mais sombrio, ouvi dizer que isso muda nas temporadas seguintes, ainda não sei.
Os casos são bons e criativos, cada episódio te deixa intrigado a pensar: "Quem é o assassino da vez?".
Mais um CSI bom, não é o melhor mas vê-se!!