Uma emblemática juíza do tribunal de família com um casamento atormentado. Uma recém-graduada em direito que resolve trabalhar em um caso de custódia. E uma mãe solteira, no centro da ação, que corre o risco de perder seus dois filhos. As vidas dessas três mulheres são inesperadamente mudadas quando se cruzam na corte da família em Nova York.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Um ótimo drama e Viola rouba a cena novamente, um filme de baixo custo e visagem, mas com uma ótima trama.
Atuações poderosas sob o olhar de uma direção pouco atenta que não utiliza todo o potencial do roteiro.
Fraco de tudo!
Uma novela dramática, com ritmo lento e as vezes tedioso. Não chegou a causar grandes emoções pois é muito raso e tudo muito misturado, mas deixa algumas reflexões.
Cine Band em 14/04/20
Conheci somente agora esse bom filme dramático com um elenco monumental, um drama íntimo sobre vidas que se cruzam na corte americana em busca de uma nova realidade. Aparenta, de início, um contido exemplar do subgênero “filme de tribunal”, porém vai mais longe, tocando em temas humanos, concernentes a sacrifício, traição, desafeto, redenção e retomadas.
A trama explora a rotina de três mulheres que não se conhecem, até pisarem na Vara de Família. A primeira é uma juíza negra em crise no casamento (é chover no molhado dizer dela, a maravilhosa Viola Davis, premiada com o Oscar de coadjuvante por “Um limite entre nós”); ela preside o caso de uma mãe usuária de drogas cujos filhos estão sob custódia (papel da colombiana Catalina Sandino Moreno, sumida das telas, que foi indicada ao Oscar por “Maria Cheia de Graça”). E quem defende o caso dela é uma jovem advogada (Hayden Panettiere, duas vezes indicada ao Globo de Ouro pela série “Nashville: No ritmo da fama”), que tem uma desafiadora relação com a mãe idosa. As três estarão face a face no tribunal, numa causa decisiva, enquanto, fora de lá, lidam com uma série de tormentos pessoais.
Às vezes amargo, sem resoluções tão fáceis ou palatáveis, o filme abre os olhos do público para questões fundamentais da atualidade, não só vista em Nova York, e sim adaptada para qualquer realidade.
No elenco de apoio destaque para a veterana Ellen Burstyn (de “O exorcista”) e Tony Shalhoub (da série “Monk”). Assista, reflita, emocione-se. Disponível em DVD pela Universal Pictures.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Pela história e pelas três atrizes parecia ser um filmão, mas o resultado foi um pouco mais que mediano. Trata de assuntos sérios mas não consegue ser muito envolvente.
Viola Davis é a que mais se destaca e me importei muito mais com o drama particular da Martha do que com o da Sara, personagem da Catalina Sandino Moreno. Com certeza os problemas vividos pela Sara foram difíceis para ela lidar, mas o roteirista exagerou na dose e fez dela uma pessoa bem mais chata, antipática e estressada do que ela deveria ter sido, até pra podermos nos importar mais com sua situação.