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From the Manger to the Cross or Jesus of Nazareth is a 1912 American motion picture filmed on location in Palestine which tells the story of Jesus' life. Directed by Sidney Olcott who also appeared in the film, actress and screenwriter Gene Gauntier wrote the script and portrayed the Virgin Mary. The film received excellent reviews at the time of its original release and after Vitagraph Studios acquired Kalem they reissued it in 1917.
According to Turner Classic Movies, the film cost $35,000 to produce (roughly between $1,600,000 and $3,300,000 adjusted to 2007 dollars),[1] and its profits eventually amounted to almost $1 million (roughly $46,000,000 to $95,000,000). Turner considers it to be the most important silent film to deal with the life of Christ. In 1998, the United States Library of Congress deemed the film "culturally, historically, or aesthetically significant" and selected it for preservation in the National Film Registry.
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Simples e bastante sintético.
Visto hoje, Sexta-Feira Santa, 07/04/23
Interessante algumas inovações do filme, como o fato de não vermos os anjos e
o filme só ir até a morte de Cristo e não mostrar a ressurreição.
Por favor corrijam o titulo desse filme: é Da Manjedoura à Cruz.
Tive a honra de comprar no Ebay este filme para assistir, analisar e escrever uma resenha para a minha tese de faculdade, "Cristianismo e Cinema: Um breve resumo sobre os primeiros 60 anos de Cristo no Cinema".
Cito o trecho:
Super produção para a época, From the Manger to the Cross é considerado o melhor filme mudo que mostra uma versão cinematográfica da vida Cristo, em um filme despretensioso e honesto aos quatros livros do Novo Testamento.
Robert Henderson-Bland protagoniza um Cristo suave e digno em uma cuidadosa dramatização dos pontos altos que vão desde o nascimento até a sua morte na cruz, com especial destaque aos seus milagres.
A direção de Sidney Olcott denota ao filme uma base criativa: "quando o Milagre de Canaã é mostrado, a mudança de água em vinho é ressaltada quando Henderson-Bland subitamente assume uma pose dramática e faixos de luz milagrosos iluminam sua face. Antes, no filme, quando Jesus é mostrado como menino carregando uma tábua de madeira perto da carpintaria de seu pai, a luz do sol se inclina em direção ao menino para que uma sombra profética de uma cruz apareça no chão" (KINNARD, Roy e DAVIS, Tim. Divine ..., op.cit. p. 22.)
Outra ênfase do filme é vista na relação enaltecidas das personagens femininas com Jesus, deixando de serem relegadas ao segundo plano frente aos apóstolos, ou na reducionista visão de mulheres sedutoras ou prostitutas. Segundo William Tatum, "não há dúvidas da caracterização positiva das mulheres no filme reflete a mão da própria roteirista, Gene Gauntier" (TATUM, William C. Jesus at ..., op.cit., p. 24.)
Na produção, panos de fundo e filmagens in-loco nunca antes vistos na direção de arte nos estúdios em 1913 deram o status de parecer que tinha sido gasto mais do que o valor declarado pela Kalem, produtora do filme, chegando aos 100 mil doláres.
Vendo a influencia desse filme em produções posteriores, nos faz ter vontade de assistir. Parece bastante Jesus de Nazaré do Zeffirelli.