Há três mil anos David de Belém (Gregory Peck) reinava sobre as tribos de Israel e os judeus estavam em guerra contra os amonitas, seus tradicionais inimigos. O exército do rei David, sob o comando de Joab (Dennis Hoey), acampou perto da cidade de Rabá, onde o inimigo se concentrava. Lá David conheceu Uriah (Kieron Moore), um destemido soldado que considerava lutar e até mesmo morrer pelo seu rei, a coisa mais importante do mundo. Logo David volta do campo de batalha, apesar dos combates ainda persistirem. Da janela do seu palácio ele vê uma bela mulher, que logo fica sabendo que é Betsabá (Susan Hayward), a mulher de Uriah. Ele ordena que ela vá cear com ele e David fica sabendo que, em 7 meses de casado, Uriah passou apenas 6 dias com Betsabá. David fica fortemente atraído por ela e é correspondido. Os dois se tornam amantes, mas estaé uma situação bem delicada, pois ela é adúltera e pelas leis hebraicas a mulher infiel deve morrer apedrejada. As pessoas mais próximas de David sabem da sua ligação com Betsabá, mas nada dizem. No entanto tal situação logo virá à tona, pois Betsabá está grávida. David então ordena que Uriah deixe a frente de batalha por um curto tempo, mas tempo suficiente para que passe a noite com Betsabá, pois assim o bebê que ela está esperando seria atribuído ao marido. Entretanto o plano não dá certo, pois Uriah foi dormir com os outros soldados, pois jurara só ficar com Betsabá quando o inimigo fosse vencido. David manda uma ordem para que Joab deixe Uriah morrer no campo de batalha, pois isto abrirá caminho para David possa relacionar abertamente com Betsabá. Uriah morre, mas isto acaba provocando a ira de Deus.
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Filmado de maneira esplendorosa, interpretado com maestria e simplesmente emocionante, a lenda sobre a obsessão romântica de David e Betsabá é tão linda quanto atemporal. Gregory Peck e Susan Hayward estrelam com brilhantismo esta memorável versão da prestigiada história do Velho Testamento. Direção eficiente de Henry King, "David e Betsabá" é um belo épico que vale a pena rever, ocasionalmente. Clássico!
Dramalhão bobo em estilo novela mexicana, com Peck terrivelmente canastrão e Hayward apática; salva-se apenas a sequência final, com David prostrado diante da Arca Da Aliança pedindo perdão por seus pecados. A música de Alfred Newman também está boa.
Se tivesse que dar uma nota pelo que o David fez seria zero !!
Classicão Biblico! "David e Betsabá" do Henry King é belo filme de 1951, que conta a história do Rei Davi que resolveu arrumar, acho que a 7ª esposa pulando a cerca literalmente e arrumando um jeitinho de sua amada amante não morrer pelo terrível método acerte o alvo com uns tijolos cabuloloso! Jesuis... É um filme da Era do Ouro do Cinema, todo inocentão, bem religioso e bem simples! Ele não teve o tratamentos dos outros filmes da época como "Sansão e Dalila", mas é beleza de produção! É bém humilde, quebra um galho e faz um aleluia dos bons. Os figurinos são bem simples e sem pompa, são uns panos colorido bordadinhos jogado nos corpo do elenco, a fotografia é escura, com as luzes de vela mesmos, todos os cenários são humirdes sendo que tudo é meio cinza no chão parecendo que veio o pedreiro amigo do rei e fez todo concreto e cimentado. No elenco tem o malegra Gregory Peck com sua vóz de vendedor de melancia! O cara tem uns dois metros de veludo entalado na garganta, e é rei! Fica facil assim ter 7, 8, 9, 50 esposa... Porque foi mais ou menos assim que ele se engracinhou com Betsabá ( Susan Hayward toda sussurrante também!), chamou ela ordenando com todo veludo e obrigação na pura livre e espontânea vontade se não te mato. O final do filme é muito bonito! Mostrou que a Lei de Deus julga acima de tudo os nossos corações e não a letra. "David e Betsabá" parece uma missa telefilmada! Acho que a primeira da história! É um clássico e merece seu lugar entres os grandes filmes biblicos! Tipo assim, um lugar bem humilde. Mas um lugar!
Amém!
Mais um exemplar de filme bíblico de Hollywood.
No entanto, este acaba sendo mediano. Gregory Peck é um excelente ator mas esse papel de Davi não convence.
Não me surpreende ser pouco conhecido, afinal, um filme de quase 70 anos com tema bíblico não é dos mais chamativos. Ainda assim, por conta do bom elenco esperava que mais pessoas o conhecessem.
Minha dia, no entanto é: venha sem muitas expectativas. O filme é apenas mediano.