Em uma reunião no Pentágono é relatado que o exército americano tem, no Pólo Norte, uma estação experimental de radar secreta. Lá estão 140 voluntários, que vão ficar ali por um ano. Porém o exército cometeu um erro ao só treinar homens solteiros para esta missão, pois acreditava que eles suportariam melhor a solidão. Agora há um problema, pois todos os voluntários estão com um humor que varia entre a violência e a apatia, além de mostrarem desrespeito à autoridade, negligência e, principalmente, estarem bem "inquietos" por ainda faltarem cinco meses para a tarefa ser concluída. É preciso contornar a situação, pois licença é algo fora de questão. Assim a tenente Vicki Loren (Janet Leigh), uma psicóloga que foi convidada a opinar, sugere que, através de um sorteio, um dos voluntários receba a "licença perfeita", que seria elaborada pelos próprio voluntários. Assim todos emocionalmente tirarão licença com o vencedor e viverão através da experiência dele. Desta maneira o plano é posto em prática, mas a "licença perfeita" que eles idealizam não é para ir para casa e passar três semanas com a namorada ou mãe e sim irem para Paris e terem ao seu lado Sandra Roca (Linda Cristal), uma atriz argentina que é um sucesso em Hollywood. No início Sandra não queria colaborar, mas foi convencida por Harvey Franklin (Keenan Wynn), seu empresário. O vencedor foi o cabo Paul Hodges (Tony Curtis), o único não voluntário da missão e que é também um conhecido mulherengo, que tem sucesso com as mulheres e armou para ser o escolhido. Assim Vicki, que deu a idéia, tem de supervisionar o comportamento de Hodges, fazendo com que ele se comporte como um cavalheiro, pois se a situação fugir do controle o exército será ridicularizado. Para Hodges não ficar tentado dois seguranças do exército o vigiam em tempo integral, mas em Paris acontecem coisas que não podem ser controladas.
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Comédia romântica em CinemaScope e Eastmancolor da Universal International Pictures e Universal Pictures indicada a 2 categorias no Globo de Ouro: melhor filme de comédia ou musical e vencedor de melhor revelação feminina, Linda Cristal (1931-2020).
Jamie Lee Curtis nasceu exatamente uma semana antes do lançamento deste filme, estrelado por seus pais, Tony Curtis (1925-2010) e Janet Leigh (1927-2004). Este foi o 4° de 5 filmes estrelados pelo casal de atores. Em ordem cronológica, são eles: Houdini, o homem miraculoso (53), O escudo negro de Falworth (54), Vikings, os conquistadores (58), este filme e Quem era aquela pequena? (60). (NOTA: Eles contracenaram juntos pela última vez em Pepe (60), onde Curtis não foi creditado). A argentina Linda Cristal foi a última integrante do elenco principal deste filme a falecer.
Este foi o 2° de 4 filmes que o astro Tony Curtis e o diretor Blake Edwards (1922-2010) fizeram juntos. Em ordem, são eles: Hienas do pano verde (57), este filme, Anáguas a bordo (59) e A corrida do século (65). O ritmo é acelerado; todos os acontecimentos excêntricos têm um ar de alegria contagiante de comédia ágil e descontraída. Mesmo sendo um filme menor de Edwards, tem seus bons momentos.
Sem nexo o plot twist desse filme
Como alguém poderia pensar que o filho era do Paul, sendo que havia se passado somente 2 semanas da viagem?
737. (31/08/2020)
Mesmo com bons protagonistas e diretor, é um filme que se vê e logo esquece. Quase imperceptível.
Gosto por demais das comédias leves do saudoso Blake Edwards. Contanto, De Folga para Amar, com o outro título apresentado na TV Aberta (A Licença Perfeito) não passa de uma comédia bem abaixo da média e insossa. Contendo poucos momentos engraçados e, nem sequer, as atuações de Tony Curtis e Janet Leigh conseguem ser carismáticas.
Blake Edwards tem comédias infinitivamente melhores e mais engraçadas que esta.
Uma comédia divertida do especialista Blake Edwards. Vi há vários anos atrás no Telecine.