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Outros títulos
Deerskin - A Jaqueta de Couro de Cervo - Brasil
Deerskin - Reino Unido
Sinopse
George sai para comprar a jaqueta de camurça 100% dos seus sonhos. Uma compra que lhe custa todas as suas economias e se transforma em uma obsessão. Esta relação de possessividade acabará por mergulhar George em um criminoso.
porém te deixa curioso pra saber onde aquilo vai dar. Eu fiquei o tempo todo com aquela sensação de “tá, mas qual é a desse filme?”, e isso acaba funcionando, porque a estranheza é proposital.
Eu só queria saber que caralhos aquele moleque ficava olhando.
Aquilo me incomodou bastante, e quando George leva um tiro, já dava pra saber que era o pai daquele mlk que tinha atirado nele. O filme deixa isso bem encaminhado. O que eu achei que faltou ali foi um diálogo do pai com o filho: ele simplesmente mata, não fala nada e vai embora. Ficou seco demais até pro nível de absurdo que o filme trabalha, e um mínimo de confronto verbal teria dado mais peso à cena.
George fica completamente picadilhoso com a jaqueta, não dá pra negar.
A obsessão cresce de forma silenciosa, quase natural, e quando você percebe, o cara já está totalmente dominado por aquele pedaço de couro, agindo como se a jaqueta tivesse vontade própria.
É aí que o filme abraça de vez o nonsense e vira uma sátira desconfortável sobre ego, identidade e isolamento.
O título Deerskin vem literalmente do material da jaqueta: couro de veado. Mas não é só isso. O veado simboliza algo que foi morto pra virar objeto de status, poder e fetiche. A jaqueta representa a identidade que George quer vestir, uma persona forte, única, “superior” às outras. Quando ele passa a acreditar que só pode existir uma jaqueta no mundo, o filme escancara a crítica: o consumo vira obsessão, a estética vira ideologia, e o objeto passa a dominar o sujeito. A deerskin não é só roupa, é o gatilho da loucura.
No fim, Le Daim é estranho, seco, propositalmente vazio em vários momentos, mas é justamente nessa esquisitice que ele encontra sua força. Não é um filme fácil, nem feito pra agradar, mas é impossível dizer que ele não marca.
A originalidade reina nesse aqui. Deerskin é uma farsa deliciosamente ridícula interpretada brilhantemente pelo Deus françês Jean Dujardin, só isso já vale o filme!!
Le Daim (2019), lançado no Brasil como Deerskin: Estilo Matador
Demora a engrenar. O começo é bem parado e parece que vai ser algo totalmente sem sentido…
e até é, kkkkk,
Eu só queria saber que caralhos aquele moleque ficava olhando.
Aquilo me incomodou bastante, e quando George leva um tiro, já dava pra saber que era o pai daquele mlk que tinha atirado nele. O filme deixa isso bem encaminhado. O que eu achei que faltou ali foi um diálogo do pai com o filho: ele simplesmente mata, não fala nada e vai embora. Ficou seco demais até pro nível de absurdo que o filme trabalha, e um mínimo de confronto verbal teria dado mais peso à cena.
George fica completamente picadilhoso com a jaqueta, não dá pra negar.
A obsessão cresce de forma silenciosa, quase natural, e quando você percebe, o cara já está totalmente dominado por aquele pedaço de couro, agindo como se a jaqueta tivesse vontade própria.
O título Deerskin vem literalmente do material da jaqueta: couro de veado. Mas não é só isso. O veado simboliza algo que foi morto pra virar objeto de status, poder e fetiche. A jaqueta representa a identidade que George quer vestir, uma persona forte, única, “superior” às outras. Quando ele passa a acreditar que só pode existir uma jaqueta no mundo, o filme escancara a crítica: o consumo vira obsessão, a estética vira ideologia, e o objeto passa a dominar o sujeito. A deerskin não é só roupa, é o gatilho da loucura.
No fim, Le Daim é estranho, seco, propositalmente vazio em vários momentos, mas é justamente nessa esquisitice que ele encontra sua força. Não é um filme fácil, nem feito pra agradar, mas é impossível dizer que ele não marca.
Assistido em 03/01/2026
A originalidade reina nesse aqui. Deerskin é uma farsa deliciosamente ridícula interpretada brilhantemente pelo Deus françês Jean Dujardin, só isso já vale o filme!!
Um slasher improvável, ironizando narrativas pretenciosas e o consumismo, cheio de esquisitices divertidas e conexões obsessivas.
Tão bom quanto Rubber, esse Quentin Dupiex é 100% camurça!!!
divertidíssimo
brabo.