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Outros títulos
The Haunting of Julia - Estados Unidos da América
Sinopse
Após a morte de sua filha, Julia Lofting, uma rica dona de casa, muda-se para Londres para recomeçar sua vida. Tudo parece bem até que ela é assombrada pelo fantasma de sua filha e outras crianças.
Full Circle, de 1977, conhecido no Brasil como Demônio Com Cara de Anjo, tem uma construção interessante dos fatos e da história envolvendo as crianças. Quando entram as personagens
Heather Rudge (Cathleen Nesbitt) e, principalmente, Greta Braden (Mary Morris), o filme ganha uma guinada forte e a história fica bem mais tensa e interessante de se acompanhar.
. Foi construído um clima pesado e uma tensão boa através das histórias contadas do passado, sem mostrá-las na tela, o que faz a gente construir as imagens na própria mente. No entanto, o final foi
decpcionante. Eu até dei uma dispersada naquela cena final, achando que viria mais alguma coisa e esperando por ela, mas do nada sobem os créditos e eu fiquei pensando: “Ué??? PQP, mó tiração!”. Um final sem explicação nenhuma, sem a protagonista sequer ficar sabendo da morte de Mark (Tom Conti). O cara morre na banheira e simplesmente não se fala mais nisso.
Impossível não lembrar de O Bebê de Rosemary (1968), ainda mais com o visual de Mia Farrow praticamente idêntico, mesmo quase dez anos depois.
Enfim, o filme tem um tom melancólico interessante, um suspense e um mistério bem construídos em torno da história, porém alguns pontos que citei deixaram muito a desejar — especialmente esse final abrupto e frustrante.
É um final suicida disfarçado de assassinato sobrenatural. Ela fecha o “círculo completo” (full circle): a mãe que matou a filha sem querer acaba morta por uma criança maligna. O que pra mim não deixa de ser anticlimático.
É lamentável como este suspense setentista ficou no limbo e caiu no esquecimento, até mesmo pelos cinéfilos que adoram um suspense antigo. Dificilmente, ele é citado ou cogitado em sites especializados em cinema. Tinha uma recordação muito distante deste filme, de modo que, alguns flashes me fez recordar que o tinha visto nalguma noite na TV aberta. Por sorte, me deparei com está pequena pérola no TV BOX e rapidamente fui conferir. A atmosfera criada é sensacional. O clima sinistro utilizando na maioria das cenas um escuro que remete ao sinistro e um ar de eminente perigo. O roteiro não é lá essas coisas, mas é compensada por um bom trabalho de direção. A trilha sonora usada dá o tom de medo. E Mia Farrow confirma mais uma vez que nasceu para fazer suspense, repetindo aqui, o mesmo estilo visual de o Bebê de Rosemary, de Roman Polansky cujo remeteu seu nome ao estrelato. Bom suspense setentista esquecido pelo tempo ao qual qualquer fã do gênero deveria resgatar.
Full Circle, de 1977, conhecido no Brasil como Demônio Com Cara de Anjo, tem uma construção interessante dos fatos e da história envolvendo as crianças. Quando entram as personagens
Heather Rudge (Cathleen Nesbitt) e, principalmente, Greta Braden (Mary Morris), o filme ganha uma guinada forte e a história fica bem mais tensa e interessante de se acompanhar.
Porém, a resolução de tudo isso foi
extremamente decepcionante
decpcionante. Eu até dei uma dispersada naquela cena final, achando que viria mais alguma coisa e esperando por ela, mas do nada sobem os créditos e eu fiquei pensando: “Ué??? PQP, mó tiração!”. Um final sem explicação nenhuma, sem a protagonista sequer ficar sabendo da morte de Mark (Tom Conti). O cara morre na banheira e simplesmente não se fala mais nisso.
Impossível não lembrar de O Bebê de Rosemary (1968), ainda mais com o visual de Mia Farrow praticamente idêntico, mesmo quase dez anos depois.
Enfim, o filme tem um tom melancólico interessante, um suspense e um mistério bem construídos em torno da história, porém alguns pontos que citei deixaram muito a desejar — especialmente esse final abrupto e frustrante.
É um final suicida disfarçado de assassinato sobrenatural. Ela fecha o “círculo completo” (full circle): a mãe que matou a filha sem querer acaba morta por uma criança maligna. O que pra mim não deixa de ser anticlimático.
Assistido em 10/04/2026
Tenho esse filme na coleção, obras primas do terror, e é realmente muito bom, ainda mais com a mia Farrow... O filme todo tem um ar sombrio...
É lamentável como este suspense setentista ficou no limbo e caiu no esquecimento, até mesmo pelos cinéfilos que adoram um suspense antigo. Dificilmente, ele é citado ou cogitado em sites especializados em cinema. Tinha uma recordação muito distante deste filme, de modo que, alguns flashes me fez recordar que o tinha visto nalguma noite na TV aberta. Por sorte, me deparei com está pequena pérola no TV BOX e rapidamente fui conferir. A atmosfera criada é sensacional. O clima sinistro utilizando na maioria das cenas um escuro que remete ao sinistro e um ar de eminente perigo. O roteiro não é lá essas coisas, mas é compensada por um bom trabalho de direção. A trilha sonora usada dá o tom de medo. E Mia Farrow confirma mais uma vez que nasceu para fazer suspense, repetindo aqui, o mesmo estilo visual de o Bebê de Rosemary, de Roman Polansky cujo remeteu seu nome ao estrelato. Bom suspense setentista esquecido pelo tempo ao qual qualquer fã do gênero deveria resgatar.
Filme lindo, locações belíssimas, figurino, trilha sonora, tudo grita anos 70.
Adorei, o filme tem todo um clima melancólico, a Mia Farrow está excelente como sempre, sem falar da trilha sonora que é belíssima.