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Primeira adaptação para o cinema do livro homônimo de 1923, em que o capitão Vladimir Klavdiyevich Arsenyev relata suas expedições militares pela taiga siberiana e seu encontro com Dersu Uzala, um caçador nômade que acompanhou o destacamento durante toda a jornada, salvando-o das dificuldades encontradas na hostil região do Ussuri.
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Nunca vou entender um roteiro que entrega logo de cara o que vai acontecer aos personagens principais ao final. Mas de qualquer forma, é um bom filme. Não sei se pra tanto é receber Oscar.
É um dança com lobos mais antigo.
O mundo tem cura, o ser humano um dia será humano. Amei o filme, muito melhor que a versão da década de 70.
O filme é a primeira adaptação para o cinema do livro autobiográfico de Vladimir Arseniev, onde ele relata sua expedição e a amizade que foi crescendo com o seu guia (Dersu Uzala). A segunda adaptação é bem mais famosa, já que é dirigida por ninguém menos que Akira Kurosawa. Este filme é bem curto e pode não dar a dimensão da grande amizade que surge entre o expedicionário e o homem simples que é Dersu Uzala, mas acho que o ator desta primeira versão que interpreta Dersu, tem toda a essência do personagem. É um filme simples, curto e grosso, vai direto ao ponto sem enrolação. A única coisa que me incomodou foi a iluminação, em alguns pontos da floresta é difícil enxergar algumas cenas, por um lado dando um tom realista, por outro tornando as imagens não tão bonitas como poderiam ser. Acredito que a tecnologia empreendida para a realização deste filme, fora as dificuldades em se filmar na floresta, deram este resultado um pouco abaixo da média nas imagens. Achei o final um pouco frio, podia ter mais emoção e um link com o começo do filme, que não ocorre.
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Dersu Uzala é um bom filme russo, mais famoso pelo seu remake.
Como fã de Kurosawa, já vi há algum tempo sua versão vencedora do Oscar, e desconhecia que existia um filme russo com a mesma estória. Tive a oportunidade de assistí-lo, e gostei.
Só não é uma obra-prima do porte da versão do mestre nipônico, é um filme mais "pé-no-chão", não se aprofunda tanto na estória nem no personagem como Kurosawa o fez. Um bom filme.