Oferecendo um jantar em casa junto com a esposa, Tom (Michael Shannon) recebe com surpresa Alice (Rachel Weisz), acompanhante de um dos convidados. Ele tem certeza que a conhece, ainda que o nome e as informações compartilhadas não batam com suas lembranças, e a reunião de amigos transforma-se em uma jornada dupla de (re)conhecimento.
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Esse é um drama que parecia ser interessante, ainda mais depois do encontro inicial (e inesperado) entre os dois protagonistas da história. Mas o que veio a seguir não foi bem o que eu esperava, o filme simplesmente seguiu um caminho "frouxo e insatisfatório" no qual os personagens tentavam entender o que houve no passado e o resultado ficou muito aquém da minha expectativa.
Algo nesse filme penetra nossa atenção.
No fim, no fundinho, todo mundo já quis ser outra pessoa. Em algum momento quis fugir, escolher outra trama de vida, recomeçar em outro lugar, com outra personalidade onde ninguém nos conhecesse.
Essa personagem realiza o sonho que muitos já tivemos pelo menos uma vez na vida de alguma forma, mesmo que tenha sido por milésimos de segundo.
É muito doido ela não ser mentirosa patológica, também não ser foragida da polícia, nem criminosa, nem doente mental, nem atriz no filme. E realmente VIVER as personagens que ela cria. É como se fosse viver a vida de atriz na vida real até cansar da personagem, até parar de fazer sentido ou até descobrirem seu nome "verdadeiro".
Original essa trama pra mim.
E eu adoro essa atriz.
O roteiro prende a gente até o final e ele fecha no final.
É um filme que deixa a gente com aquela vontade curiosa de criar continuações na nossa mente.
Mas acho que o ritmo do filme poderia ser um pouco mais acelerado os tempos de pausa eram muuuuito pausados "pausas dramáticas" foram levadas a sério demais rs
Enfim.
Mas pela trama original, para quem curte um filme mais lentinho, vale a pena, porque o roteiro foi bem escrito e tem bons atores e uma boa direção.
É um drama correto.Traz bastante mistério e o envolvimentos dos personagens são bem realizados.
Rachel Weisz é a grande estrela do filme.Mesmo tendo um Michael Shannon num ótimo dia.
>Maratona Rachel Weisz - Assistido em 03 de Setembro de 2020
Difícil não destacar a atuação do elenco afiado nesta narrativa que se pauta em interpretações e bons diálogos. Alice é uma personagem tão deleitável que não consigo imaginar outra atriz que não seja Rachel Weisz para interpretá-la. Seu típico magnetismo é empregado para cativar os demais personagens e a audiência, e se torna impossível não se encantar por ela e sua vida fascinante.
Contudo, a partir do momento que Tom revela Jennie, uma nova camada surge na interpretação da atriz, e somos apresentados a uma personagem totalmente nova, nos despertando emoções que oscilam entre o desprezo e a inquietude.
Realmente a trama perde um pouco do fôlego na sua metade final, mas dizer que é ruim é desmerecer um bom trabalho que vale a pena ser conferido.
É bem comum, quando assisto algum filme ruim, q eu fique pensando nele e a cada hr ele fique ainda pior na minha cabeça até q eu volte aqui pra recalibrar a nota... mas esse é o oposto. Eu adorei o filme e quanto mais eu penso nele, melhor ele fica.
O povo ficou indignado e esperando q rolasse um baita thriller de suspense com a "Alice" e várias subtramas e passados obscuros e segredos apocalípticos... Enquanto na vdd é um filme que revela uma pessoa com uma forma muito peculiar de viver a vida.
Mas o q mais me encantou ñ foi apenas o fato de ela viver várias vidas com a vida q tem, mas sim o fato da trama ñ colocar o Tom como um surtado briguento ou sei lá o q. Ele entra em um papel de espectador/curioso/investigador/admirador... ele tenta realmente compreender ela. E ela ñ é uma vilã ou qq coisa parecida, como foi esperado por muita gente. É só uma mulher doce, cheia de dores e com uma visão de mundo particular. O final, quando Tom decide se mudar com a esposa, mostrando q aprendeu algo com "Alice", é a cereja do bolo.