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Data de lançamento
5 Março 2000Duração
Em três épocas distintas, confira as histórias de mulheres que lidaram de alguma forma num relacionamento a duas.
1961: Quando Abby morre, Edith sua parceira, precisa silenciosamente encarar sua perda amorosa e a negação de sua posição como 'família' pelo hospital e pelos herdeiros de Abby.
1972: Linda, uma feminista, é expulsa do campus com seu grupo de amigas lésbicas. Para esquecer seus problemas, as amigas vão para o único bar de lésbicas da cidade, onde Linda encontra Amy por quem se apaixona e começa a aprender com seus próprios preconceitos.
2000: Fran e Kal querem ter um bebê e rumam para o banco de esperma. Mas, como fazer isso? Pedir pela Internet? Qual o doador? Qual raça? Qual sexo? E se o banco de esperma não tiver um doador especial que seja perfeito? E acima de tudo, é certo trazer ao mundo um bebê que com toda certeza sofrerá com o preconceito?
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09.10.2005
Um dos filmes desconhecidos da vida que saiu melhor que o esperado.Três histórias diferentes,mas com a mesma mensagem.A primeira história foca mais na perda e solidão,a melhor entre todas.
>Assistido em 25 de Abril de 2024
Gostei muito do primeiro segmento. Para mim, a trama deveria ser concentrada apenas neste casal.
Achei a segunda trama bem interessante, adoro todas as atrizes daquela parte (principalmente a Chloë Sevigny), mas senti que faltou um desenvolvimento maior, aquele preconceito dentro do próprio meio foi abordado de forma superficial e seria um ótimo tema.
Sobre o terceiro casal, não tenho muito o que opinar, achei leve, mas nada demais.
Gosto desse estilo de filme. O único ponto em comum entre todas as narrativas é a casa, na qual todas moraram em algum momento da vida. Sou super a favor de colocarem a tradução do título ao pé da letra: "se essas paredes pudessem falar".
Recomendo!
a história do primeiro casal foi tocante demais, nos primeiros segundos eu já tava emocionada, o último foi levinho no estilo comédia romântica que tanto falta em filmes lésbicos, só não dou nota máxima pq o segundo casal tinha um gancho que poderia ter sido feito de uma forma incrível sobre preconceito dentro da própria comunidade e essa ruptura entre o movimento feminista e o movimento lésbico na época retratada, mas infelizmente se perdeu em estereótipos assim como o que a própria história critica
por exemplo, a própria namorada chamando a Amy de "ele" só por ser uma mulher desfeminilizada e a cena final que era pra ser sobre aceitação mas ficou meio voyeur com aquele homem olhando, achei nada a ver
Podia rolar um remake só pra atualizar a qualidade de imagem pois todo mundo deveria assistir <3