Fui com muita "sede ao pote" ao querer ver este filme de Nicolas Roeg, também pelo bom elenco e confesso que talvez seja um dos filmes mais fracos deste diretor. A proposta inicial de um Thriller erótico imbuído no início da trama é convidativo, tal qual aqueles exibido num Cine Privê da Band. Mas lá pela metade quando tenta construir suspense de uma trama de adultério com toques sobrenaturais e religioso, o filme de Nicolas Roeg fracassa bastante. Vale apenas uma espiada sem esperar tanto.
O título "Desejo Selvagem" dá a impressão que veremos um Cine Privê, mas apesar de algumas cenas mais calientes trata-se de um filme de mistério com um subtexto religioso. A culpa do título nacional só pode ser da Theresa Russell, que sempre faz a mulher fatal que esbanja sensualidade.
O problema é que a subtrama religiosa me pareceu deslocada e não me convenceu. Se o diretor tivesse seguido a cartilha dos thrillers eróticos acredito que o resultado seria melhor.
Confesso que Roeg nunca foi um dos meus diretores preferidos, mas não há como negar que sua eclética filmografia é no mínimo interessante.Depois do clássico Inverno de Sangue em Veneza, este é o que considero seu segundo melhor filme. Um suspense envolvente estrelado por sua belissima e real esposa Russel num papel provocante e com tema polemico.Vale uma espiada com certeza!
Fui com muita "sede ao pote" ao querer ver este filme de Nicolas Roeg, também pelo bom elenco e confesso que talvez seja um dos filmes mais fracos deste diretor. A proposta inicial de um Thriller erótico imbuído no início da trama é convidativo, tal qual aqueles exibido num Cine Privê da Band. Mas lá pela metade quando tenta construir suspense de uma trama de adultério com toques sobrenaturais e religioso, o filme de Nicolas Roeg fracassa bastante. Vale apenas uma espiada sem esperar tanto.
Roteiro bagunçado.
Começa interessante e termina totalmente diferente do que se espera.
Gostei da moral do final. Mas, não salvou o filme.
Já vi coisas melhores do Roeg!
O título "Desejo Selvagem" dá a impressão que veremos um Cine Privê, mas apesar de algumas cenas mais calientes trata-se de um filme de mistério com um subtexto religioso. A culpa do título nacional só pode ser da Theresa Russell, que sempre faz a mulher fatal que esbanja sensualidade.
O problema é que a subtrama religiosa me pareceu deslocada e não me convenceu. Se o diretor tivesse seguido a cartilha dos thrillers eróticos acredito que o resultado seria melhor.
Confesso que Roeg nunca foi um dos meus diretores preferidos, mas não há como negar que sua eclética filmografia é no mínimo interessante.Depois do clássico Inverno de Sangue em Veneza, este é o que considero seu segundo melhor filme. Um suspense envolvente estrelado por sua belissima e real esposa Russel num papel provocante e com tema polemico.Vale uma espiada com certeza!