No momento em que o sonolente e apático Bekir vê a bela Ugur na loja de tapetes, onde é o gerente, sabe que encontrou o próprio destino, em sua frente. A partir de então, seu único objetivo é ter seu amor correspondido, sem se importar com as consequências.
Às vezes eu paro para pensar o quanto Zeki Demirkubuz me assusta.
Encontrei meu caminho até aqui. Parei na porta e pensei. Disse a mim mesmo:
"Está é a porta para o outro mundo. Esta é a ponte entre o céu e o inferno. Uma vez que você a atravesse, não há como retornar. Pense duas vezes"
Eu pensei...e pensei... mas eu não podia retroceder. Então disse para mim mesmo: "Não há outro caminho. Não resista! Este é o seu destino. O caminho está determinado; curve sua cabeça e ande"
Esse personagem e sua historia, sem duvida alguma deveria ter sua descrição no dicionário, após obsessão, o que um amor destruidor não faz, e caras, tai uma coisa tão bizarra, que é o amor, que diacho que essa merda as vezes vem pelas pessoas mais aleatórias a nós, avassalador...
Chega ser melancólica forma como Bekir se entrega a deterioração humana, por uma pessoa tão absurdamente instável e com caráter questionável, e sucessivamente, por que ela e vitima do mesmo sentimento por um facínora, dá a impressão que essa obsessão e passada, a foto que zagor e ugur estão, onde ele olha pro nada e ela o admira atrás, é o amor do Bakir por ela não correspondido...sentimento lazarento esse...
Uma obra interessante, triste..amargurada...
Acho que qualquer filme que assisti sobre amor obsessivo é um filme da Disney comparado com este.
Kader incomoda realmente!
Kader mostra realmente a espiral de auto-destruição de uma pessoa que tem amor obsessivo por outra.
Tive vontade de socar Bekir inúmeras vezes mas, ao mesmo tempo, não conseguia deixar de sentir uma tristeza enorme por como ele estava a auto-desgraçar-se por uma obsessão. Tão triste ver como ele deixava para trás os pais, a esposa, os filhos por só conseguir pensar em Ugur.
Tão triste ver como uma pessoa pode enlouquecer e deixar de ter amor próprio quando está obcecada por outra pessoa.
Continuo com uma vontade enorme de chorar após o fim do filme mas não consigo chorar...E também não consigo dar nota a este filme.
Ótimo! Melancólico, intenso e visceral.
Faz pensar em como uma obsessão pode mudar tão profundamente a vida de alguém.
Bekir vive um relacionamento igual ao de Forest e Jenny Curran em Forrest Gump (1994).
Um cara romântico e apaixonado que se entrega completamente à uma mulher intensa, de temperamento vulcânico e espírito livre. Faz dela a única razão de existir e no fim, por sorte, ou azar, acaba ficando com ela.
Por mais que sua chama já esteja se apagando.
Uma ária à tristeza.