O primeiro tem excelentes piadas, porém a animação e traço cagado pra caramba. O 2 melhorou um tiquinho de nada o traço e animação mas as piadas e o roteiro esta insuportável de chato, mudaram completamente o tom do filme, odeiam quando faz isso, quem vê o primeiro filme de qualquer coisa, quer ver o mesmo tom no dois, enquanto o um tem piadas de surpresa e um interrogatório de situações de espionagem porém bem suaves, esse 2 tenta ter uma história bem mais séria, e só se torna uma aventura super genérica, fica cansativo e nem terminei de ver devido ao traço.
Divertido, mas o primeiro o humor é muito mais ácido e engraçado. Vi várias referências, tanto a filmes, como séries, mas achei que foi meio que mais do mesmo. Recomendo, pelo Lobo, as tiradas dele são ótimas.
O primeiro filme já não era bom, mas ainda tinha uma coisa ou outra que funcionava, principalmente a história que de fato era interessante, mas aqui nessa continuação completamente fajuta e desnecessária não tem praticamente nada que presta.
Deu a Louca na Chapeuzinho surgiu em 2005 com uma proposta interessante: aplicar no clássico conto da Chapeuzinho Vermelho o artifício usado em filmes como Rashomon e Herói, ou seja, contar a mesma história sob diferentes pontos de vista de forma a, enfim, descobrir o que realmente aconteceu. O clima de investigação e as piadas em torno dos contos de fadas, aliados a personagens marcantes como o esquilo veloz e o bode cantor, fizeram do filme uma boa diversão, capaz de agradar crianças e adultos. Seis anos depois, Deu a Louca na Chapeuzinho 2 surge como o oposto do primeiro filme: sem graça, repetitivo e pouco original.
O problema começa na própria existência da continuação. Deu a Louca na Chapeuzinho trazia uma proposta bem definida, cuja trama fechava em si mesma. Mais do que os personagens, era o formato da história que realmente importava. Deu a Louca na Chapeuzinho 2 inverte os papéis, com os personagens assumindo a posição central em uma trama frágil e infantilizada.
Tudo começa na Agência Felizes para Sempre, que tem por objetivo “criar finais felizes para todos”. Lobo, Vovózinha e Ligeirinho são agentes comandados pelo sapo Nicky e estão às voltas com o resgate dos irmãos João e Maria, sequestrados por uma bruxa má. A missão dá errado e a vovó é também sequestrada. Chapeuzinho Vermelho, em treinamento junto às Irmãs de Capuz, um clã cuja residência fica na Ásia, é chamada para ajudar no resgate.
Sem criatividade, Deu a Louca na Chapeuzinho 2 aposta na manjada fórmula que reúne uma dupla que não se dá bem, mas precisa trabalhar junta, formada por Chapeuzinho e Lobo. O sempre na moda kung fu é usado no combate contra o ogro, claramente inspirado em videogames no estilo Street Fighter e Mortal Kombat – não na qualidade das lutas, mas no estilo de combate visualizado na telona. E há ainda o bode cantor, totalmente dispensável, que surge em várias cenas apenas para que um dos destaques do filme original marcasse presença na sequência.
Além dos gritantes clichês, explorados à exaustão até mesmo nas breves citações a outros filmes – O Poderoso Chefão, O Silêncio dos Inocentes e Star Wars –, a dublagem brasileira traz ainda um “prêmio” extra: uma sucessão de bordões nacionais, das mais diversas épocas. Há desde o “pede para sair” do capitão Nascimento até “mau como um pica-pau”, passando por “a jurupoca vai piar” e o sucesso “como eu tô bandido”. O exagero é tamanho que chega a irritar.
Deu a Louca na Chapeuzinho 2 é um caso claro de sequência desnecessária, que usa os personagens do original de forma descompromissada com a qualidade com a única intenção de faturar mais uns trocados.
Esse nunca tinha assistido.
Não é bom como o primeiro não.
21-01-2026
Zootopia: A Origem!
O primeiro tem excelentes piadas, porém a animação e traço cagado pra caramba.
O 2 melhorou um tiquinho de nada o traço e animação mas as piadas e o roteiro esta insuportável de chato, mudaram completamente o tom do filme, odeiam quando faz isso, quem vê o primeiro filme de qualquer coisa, quer ver o mesmo tom no dois, enquanto o um tem piadas de surpresa e um interrogatório de situações de espionagem porém bem suaves, esse 2 tenta ter uma história bem mais séria, e só se torna uma aventura super genérica, fica cansativo e nem terminei de ver devido ao traço.
Divertido, mas o primeiro o humor é muito mais ácido e engraçado. Vi várias referências, tanto a filmes, como séries, mas achei que foi meio que mais do mesmo. Recomendo, pelo Lobo, as tiradas dele são ótimas.
O primeiro filme já não era bom, mas ainda tinha uma coisa ou outra que funcionava, principalmente a história que de fato era interessante, mas aqui nessa continuação completamente fajuta e desnecessária não tem praticamente nada que presta.
Deu a Louca na Chapeuzinho surgiu em 2005 com uma proposta interessante: aplicar no clássico conto da Chapeuzinho Vermelho o artifício usado em filmes como Rashomon e Herói, ou seja, contar a mesma história sob diferentes pontos de vista de forma a, enfim, descobrir o que realmente aconteceu. O clima de investigação e as piadas em torno dos contos de fadas, aliados a personagens marcantes como o esquilo veloz e o bode cantor, fizeram do filme uma boa diversão, capaz de agradar crianças e adultos. Seis anos depois, Deu a Louca na Chapeuzinho 2 surge como o oposto do primeiro filme: sem graça, repetitivo e pouco original.
O problema começa na própria existência da continuação. Deu a Louca na Chapeuzinho trazia uma proposta bem definida, cuja trama fechava em si mesma. Mais do que os personagens, era o formato da história que realmente importava. Deu a Louca na Chapeuzinho 2 inverte os papéis, com os personagens assumindo a posição central em uma trama frágil e infantilizada.
Tudo começa na Agência Felizes para Sempre, que tem por objetivo “criar finais felizes para todos”. Lobo, Vovózinha e Ligeirinho são agentes comandados pelo sapo Nicky e estão às voltas com o resgate dos irmãos João e Maria, sequestrados por uma bruxa má. A missão dá errado e a vovó é também sequestrada. Chapeuzinho Vermelho, em treinamento junto às Irmãs de Capuz, um clã cuja residência fica na Ásia, é chamada para ajudar no resgate.
Sem criatividade, Deu a Louca na Chapeuzinho 2 aposta na manjada fórmula que reúne uma dupla que não se dá bem, mas precisa trabalhar junta, formada por Chapeuzinho e Lobo. O sempre na moda kung fu é usado no combate contra o ogro, claramente inspirado em videogames no estilo Street Fighter e Mortal Kombat – não na qualidade das lutas, mas no estilo de combate visualizado na telona. E há ainda o bode cantor, totalmente dispensável, que surge em várias cenas apenas para que um dos destaques do filme original marcasse presença na sequência.
Além dos gritantes clichês, explorados à exaustão até mesmo nas breves citações a outros filmes – O Poderoso Chefão, O Silêncio dos Inocentes e Star Wars –, a dublagem brasileira traz ainda um “prêmio” extra: uma sucessão de bordões nacionais, das mais diversas épocas. Há desde o “pede para sair” do capitão Nascimento até “mau como um pica-pau”, passando por “a jurupoca vai piar” e o sucesso “como eu tô bandido”. O exagero é tamanho que chega a irritar.
Deu a Louca na Chapeuzinho 2 é um caso claro de sequência desnecessária, que usa os personagens do original de forma descompromissada com a qualidade com a única intenção de faturar mais uns trocados.