Em um mosteiro do século XIX , dois monges começam uma briga. Ao serem chamados à confissão, cada um conta uma versão diferente da mesma história, em que o único elemento comum é a mulher pela qual ambos estiveram apaixonados.
Talvez eu tenha me decepcionado um tanto, pois aguardava algo mais terrorífico, e deparei-me com um melodrama que é tramaticamente repetitivo, sem as pretensas diferenças de perspectivas entre um e outro 'flashback'. Acho a fotografia fascinante e gosto muitíssimo dos efeitos delirantes do desfecho, mas, por mais que eu compreenda a extrema admiração do restaurador Scorsese, achei o filme não tão expressivo quanto ele promete. Começa muito bem, mantém a nossa atenção, termina de forma fascinante, mas não engrena ou se demonstra tão inesquecível quanto poderia e/ou merceia, em seu pioneirismo temático... Na década de 1930, havia algo similar a um subgênero de sustos e agressões em conventos, no cinema mexicano (risos) - (WPC>)
Uma pérola expressionista do cinema mexicano que antecipa em mais de uma década a estratégia narrativa de Rashomon (1950) de narrar uma história sob mais de um ponto de vista.
Fui assistir esperando algo mais voltado para o terror, e pelo início, achei que viria algo desse tipo. Legal que me enganei, e o filme esta muito mais para um drama, com uma história simples, mas bacana. Merece ser conhecido!
Talvez eu tenha me decepcionado um tanto, pois aguardava algo mais terrorífico, e deparei-me com um melodrama que é tramaticamente repetitivo, sem as pretensas diferenças de perspectivas entre um e outro 'flashback'. Acho a fotografia fascinante e gosto muitíssimo dos efeitos delirantes do desfecho, mas, por mais que eu compreenda a extrema admiração do restaurador Scorsese, achei o filme não tão expressivo quanto ele promete. Começa muito bem, mantém a nossa atenção, termina de forma fascinante, mas não engrena ou se demonstra tão inesquecível quanto poderia e/ou merceia, em seu pioneirismo temático... Na década de 1930, havia algo similar a um subgênero de sustos e agressões em conventos, no cinema mexicano (risos) - (WPC>)
Uma pérola expressionista do cinema mexicano que antecipa em mais de uma década a estratégia narrativa de Rashomon (1950) de narrar uma história sob mais de um ponto de vista.
E até os figurinos dos personagens mudam de cor em cada versão narrada.
Fui assistir esperando algo mais voltado para o terror, e pelo início, achei que viria algo desse tipo. Legal que me enganei, e o filme esta muito mais para um drama, com uma história simples, mas bacana. Merece ser conhecido!
Uma estória simples mais emocionante . A belíssima fotografia dá destaque , novamente , ao grande cinema mexicano . Recomendo .
Para a época, é um ótimo filme, com uma boa história, bela fotografia, e aquele ar nostálgico dos anos 30...