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Data de lançamento
18 Abril 1987Duração
Um grupo de viajantes passa a noite em uma mansão com um casal de idosos que são criadores de bonecas. No entanto, um dos viajantes descobre que as bonecas que o casal faz são, na verdade, humanos que foram miniaturarizados por eles, e transformados em bonecas para seus planos macabros.
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Este filme é modesto e curto demais (com apenas 75 minutos de duração) mas ainda assim é recomendado para qualquer fã casual de terror. Divertido, bem-feito e bem-escrito (especialmente no que diz respeito ao destino final de todas as vítimas)
As bonecas são cruéis! O único problema é que a animação em *stop-motion* é um pouco desajeitada em alguns momentos, e os movimentos das bonecas nem sempre são tão fluidos quanto deveriam ser.
“Dolls” é uma espécie de estranheza de conto de fadas que funciona muito bem. Simples, mas eficaz.
O diretor, Stuart Gordon, é uma daquelas figuras coadjuvantes que ajudaram a moldar o gosto por cinema da juventude das décadas de 80 e de 90, considerando que ele tem no currículo "Querida, Encolhi as Crianças" (1997) — não me recordo se ele dirigiu ou co-dirigiu; talvez tenha produzido. Dolls (1987) carrega o DNA do diretor, é um filme curto, direto e com efeitos práticos que, embora limitados, ou por orçamento, ou por técnica, são convincentes; a Full Moon mandou muito bem e talvez esse tenha sido o proto Puppet Master (1980) do qual eu não tenho certeza, mas me parece até limitado em comparação ao Dolls.
Me surpreendi bastante com essa produção. O filme equilibra perfeitamente o terror com uma fantasia sombria, criando uma atmosfera excelente dentro daquele casarão sob a tempestade.
Mas o grande charme está nos personagens: Guy Rolfe e Hilary Mason estão fantásticos como o casal de velhinhos que transita entre a doçura e o sinistro, enquanto a dinâmica de cumplicidade entre a pequena Judy e o Ralph traz um coração genuíno para a história.
Para a época, os efeitos em stop-motion das bonecas são ótimos e envelheceram super bem, entregando cenas bizarras e muito criativas. Para fechar com chave de ouro, o final entrega uma justiça poética extremamente satisfatória — onde cada um tem exatamente o que merece. Um terrrozinho B muito honesto e carismático.
Apesar dos efeitos legais, achei um dos mais fracos do Stuart Gordon.
Eu achei legal e tiveram umas cenas que foram bem cômicas.