Ex-lutador de boxe atormentado (Jason Patric) escapa da instituição mental em que estava internado. Na fuga, conhece uma mulher viúva (Rachel Ward) com quem passa a se relacionar. As coisas parecem caminhar bem até o momento em que um tio da moça aparece com a proposta de sequestrar um garoto, filho de pais muitos ricos, para pedir um alto valor de resgate. O ex-lutador terá de tomar decisões imediatas quanto a sua lealdade e valores daquilo que é certo e errado.
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O início é interessante e os 15 minutos finais também. Mas o resto do filme se perde numa tentativa de misturar psicologia, romance, ação e até filosofia. Dá pra entender porque foi um fracasso de bilheteria.
Também vi Dominados pelo Desejo, do James Foley. Neo noir com boas intenções, mas que deixa um gosto de 'faltou'. Na trama, um Jason Patric over a mando de Bruce Dern sequestra um garotinho e tudo dá errado. Gostei de alguns movimentos de câmera e enquadramentos, mas a falta de tensão pesou.
Na seriedade da ruína que atrai almas feridas para um redemoinho de autodestruição
Collins luta contra suas próprias memórias falhas e a sua incapacidade de discernir a verdade da manipulação
"Será que eu fiz isso?"
Celebra a estupidez humana. Não há gênios do crime, apenas idiotas desesperados
A cinematografia de Mark Plummer cria uma paisagem de calor palpável e desolação. O "noir solaire" é executado com maestria, gerando uma sensação constante de claustrofobia a céu aberto
Patric entrega uma performance física e psicologicamente complexa, Rachel personifica a beleza murcha da derrota, e Bruce cria um dos vilões mais desprezíveis e críveis do gênero
A falta de ação convencional podem alienar espectadores que buscam um thriller mais dinâmico
O que se segue é uma descida lenta e sufocante à paranoia, traição e violência, onde a única certeza é a ruína
achei mt devagar e o roteiro mal aproveitado. a capa faz parecer que é um filme erótico, sendo que tá longe disso
Perca de tempo