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Dia das Mães Macabro - Brasil
Sinopse
Refilmagem de "Mother's Day"(1980).Nessa nova trama, a mãe lidera seu “singelo ” clã para cometer as maiores atrocidades contra os novos ocupantes de sua antiga casa.
- vários rostos conhecidos da época, mas que não fizeram tanto sucesso e hoje estão sumidos - único "grande" nome é a Rebecca De Mornay que entrega o necessário para o papel - filme não empolga, esperava mais da familia psicopata
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente no youtube; na época, eu achei bom, agora que revi na segunda vez, achei muito pior, embora não seja ruim.
Esse remake atualiza a história, deixa ela contemporânea, corrige alguns defeitos do original, porém traz novos defeitos graves.
Tem um ótimo elenco reunido, Jaime King de protagonista e Shawn Ashmore estão ótimos, mas o grande destaque fica para Rebecca De Mornay em uma das melhores atuações de sua carreira, talvez até a melhor, interpretando uma mãe matriarca e vilã.
Essa versão não é tão violenta quanto a primeira versão, mas ela compensa com muitas cenas tensas de terror psicológico. Gostei que mantiveram alguns elementos do original que são os filhinhos de mamãe, a lenda urbana de Queenie e uma das mortes, que é idêntica à original.
Um dos grandes defeitos dessa nova versão é a burrice de alguns personagens. O personagem do Frank Grillo é muito burro, ele poderia ter resolvido a situação de maneiras muito diferentes; o segundo lugar em burrice vai para o policial.
O final é péssimo, incoerente e cruel, feito exclusivamente para chocar — e conseguiu. Ambas as versões têm qualidades e defeitos diferentes, mas acho o original um pouco melhor por causa do gore e do desfecho.
Jaime King fraturou um osso no terceiro dia de gravações.
Durante as gravações de uma cena que envolvia armas de fogo, os atores foram parados pela polícia e quase foram presos, devido a um equívoco. Acontece que um banco havia sido roubado perto das locações, e os policiais confundiram os atores com os reais bandidos. Depois que a confusão foi desfeita, todos conseguiram rir bastante da situação.
A minha nota seria 5.0 porque amei o filme (fiquei vidrado do início ao fim, o elenco é ótimo [principalmente a Rebecca De Mornay que deu uma aula de interpretação], o filme é tenso e os efeitos práticos são ótimos), mas darei 2.5 para equilibrar porque odiei também (algumas coisas que ocorreram me incomodaram muito, como o grupo de amigos não
- vários rostos conhecidos da época, mas que não fizeram tanto sucesso e hoje estão sumidos
- único "grande" nome é a Rebecca De Mornay que entrega o necessário para o papel
- filme não empolga, esperava mais da familia psicopata
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente no youtube; na época, eu achei bom, agora que revi na segunda vez, achei muito pior, embora não seja ruim.
Esse remake atualiza a história, deixa ela contemporânea, corrige alguns defeitos do original, porém traz novos defeitos graves.
Tem um ótimo elenco reunido, Jaime King de protagonista e Shawn Ashmore estão ótimos, mas o grande destaque fica para Rebecca De Mornay em uma das melhores atuações de sua carreira, talvez até a melhor, interpretando uma mãe matriarca e vilã.
Essa versão não é tão violenta quanto a primeira versão, mas ela compensa com muitas cenas tensas de terror psicológico. Gostei que mantiveram alguns elementos do original que são os filhinhos de mamãe, a lenda urbana de Queenie e uma das mortes, que é idêntica à original.
Um dos grandes defeitos dessa nova versão é a burrice de alguns personagens. O personagem do Frank Grillo é muito burro, ele poderia ter resolvido a situação de maneiras muito diferentes; o segundo lugar em burrice vai para o policial.
O final é péssimo, incoerente e cruel, feito exclusivamente para chocar — e conseguiu. Ambas as versões têm qualidades e defeitos diferentes, mas acho o original um pouco melhor por causa do gore e do desfecho.
É um remake assistível como entretenimento.
Ranking Original Vs. Remake:
6.1/100=Dia das Mães Macabro (1980)
6.0/100=Dominados Pelo Ódio (2010)
Ruim demais! Tão exagerado e clichê que chega ser constrangedor...
Jaime King fraturou um osso no terceiro dia de gravações.
Durante as gravações de uma cena que envolvia armas de fogo, os atores foram parados pela polícia e quase foram presos, devido a um equívoco. Acontece que um banco havia sido roubado perto das locações, e os policiais confundiram os atores com os reais bandidos. Depois que a confusão foi desfeita, todos conseguiram rir bastante da situação.
A minha nota seria 5.0 porque amei o filme (fiquei vidrado do início ao fim, o elenco é ótimo [principalmente a Rebecca De Mornay que deu uma aula de interpretação], o filme é tenso e os efeitos práticos são ótimos), mas darei 2.5 para equilibrar porque odiei também (algumas coisas que ocorreram me incomodaram muito, como o grupo de amigos não
se manter unido após atacarem um dos vilões e o final INACEITÁVEL).