O estudante Roddy Berwick é expulso da escola pública quando assume a culpa por um roubo ocorrido a um amigo. Expulso de casa pelos pais, o rapaz foge para Paris, e sua vida desmorona em uma série de desventuras.
O roteiro de certo modo é interessante, mostrando a decadência do Ivor Novello, até chegar em um ponto críitico. O que mais me incomodou foi o motivo, a causa, do declínio do personagem principal (muito, é claro, pela época, com toda suas convenções, códigos, e etc. que o Hitch teve que lutar em toda sua filmografia, então o motivo da acusação é bobinho, mas, não se pode ser anacrônico nem descontextualizar). Chamo a atenção desse filme a fotografia e os elementos visuais no geral, principalmente, nas cenas dos delírios, a fase muda do Hitch é bem rica visualmente e bem inovadora.
Nesse aqui Hitchcock vem um pouco mais contido na comédia e aposta todas as fichas no suspense dramático.Mas ainda era apenas um experimento para seus grandes clássicos futuros.
Ah, e as sequencias de sonhos esta melhor q de Vertigo, q foi feito 31 anos depois. Gostei q cada vez q ele abandona um local, o esquema de cores muda de amarelo pra azulado-cinza como q se ele nao quisesse sair mas se ve forcado; aquele azulado de incerteza e medo de para onde serah q ele vai ou se serah recebido bem. A unica vez em q essa mudanca na cor nao ocorre eh qdo ele abandona o navio para voltar pra casa, pq ali ele sabe exatamente aonde ele quer chegar e nao tem medo disso.
Na vdd o qto mais eu penso a respeito, mais eu gosto. ; . ; Acho q o Hitchcock se sentiu atraido pelo texto pois ele cresceu em escola jesuita. Eh a parabola do filho prodigo as avessas; . ; . o progenitor eh qm deseja q o filho saia ao mundo, enqto este eh bom de coracao e atitudes. Apos virar um taxi dancer, percebe tao logo q eh uma vida q nao compactua com suas crencas, e eh entao qdo ele nao tem mais norte, nao tem mais impeto em continuar uma vida fora dos principios; . . ; e ai q td muda e ele consegue retornar a casa! Tb me senti tocado pois moro em skid row, e sinto-me as vezes forcado a fazer algo errado pq nada da certo qdo eu hajo com retidao.
Para mim é o mais fraco do Hitchcock, apesar de ter começado bem. Até a primeira metade, com o casamento, o filme é bem feito e instigante, trazendo aquelas características do próprio Hitchcock de trazer a tensão por meio da trama sexual e dos triângulos amorosos, de brincar com o espectador a ponto de torná-lo imoral, como o Nelson Rodrigues fazia. No entanto, após essa primeira metade o filme muda e você percebe o próprio desconforto do Hitchcock com isso, tendo um filme que se arrasta além do devido em cenas desnecessárias. Chega um ponto que o espectador chega a torcer para o filme se encerrar logo já que todo o melodrama não faz parte do estilo do diretor. Daria um bom remake hoje ao estilo de A caça, a respeito da falsa denúncia, ou à própria época poderia ser uma história bem conduzida pelo Frank Capra, mas pro Hitchcock não deu.
O roteiro de certo modo é interessante, mostrando a decadência do Ivor Novello, até chegar em um ponto críitico. O que mais me incomodou foi o motivo, a causa, do declínio do personagem principal (muito, é claro, pela época, com toda suas convenções, códigos, e etc. que o Hitch teve que lutar em toda sua filmografia, então o motivo da acusação é bobinho, mas, não se pode ser anacrônico nem descontextualizar). Chamo a atenção desse filme a fotografia e os elementos visuais no geral, principalmente, nas cenas dos delírios, a fase muda do Hitch é bem rica visualmente e bem inovadora.
Nesse aqui Hitchcock vem um pouco mais contido na comédia e aposta todas as fichas no suspense dramático.Mas ainda era apenas um experimento para seus grandes clássicos futuros.
>Assistido em 06 de Julho de 2023
Ah, e as sequencias de sonhos esta melhor q de Vertigo, q foi feito 31 anos depois.
Gostei q cada vez q ele abandona um local, o esquema de cores muda de amarelo pra azulado-cinza como q se ele nao quisesse sair mas se ve forcado; aquele azulado de incerteza e medo de para onde serah q ele vai ou se serah recebido bem.
A unica vez em q essa mudanca na cor nao ocorre eh qdo ele abandona o navio para voltar pra casa, pq ali ele sabe exatamente aonde ele quer chegar e nao tem medo disso.
Na vdd o qto mais eu penso a respeito, mais eu gosto.
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Acho q o Hitchcock se sentiu atraido pelo texto pois ele cresceu em escola jesuita.
Eh a parabola do filho prodigo as avessas;
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o progenitor eh qm deseja q o filho saia ao mundo, enqto este eh bom de coracao e atitudes. Apos virar um taxi dancer, percebe tao logo q eh uma vida q nao compactua com suas crencas, e eh entao qdo ele nao tem mais norte, nao tem mais impeto em continuar uma vida fora dos principios;
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e ai q td muda e ele consegue retornar a casa!
Tb me senti tocado pois moro em skid row, e sinto-me as vezes forcado a fazer algo errado pq nada da certo qdo eu hajo com retidao.
Para mim é o mais fraco do Hitchcock, apesar de ter começado bem. Até a primeira metade, com o casamento, o filme é bem feito e instigante, trazendo aquelas características do próprio Hitchcock de trazer a tensão por meio da trama sexual e dos triângulos amorosos, de brincar com o espectador a ponto de torná-lo imoral, como o Nelson Rodrigues fazia. No entanto, após essa primeira metade o filme muda e você percebe o próprio desconforto do Hitchcock com isso, tendo um filme que se arrasta além do devido em cenas desnecessárias. Chega um ponto que o espectador chega a torcer para o filme se encerrar logo já que todo o melodrama não faz parte do estilo do diretor.
Daria um bom remake hoje ao estilo de A caça, a respeito da falsa denúncia, ou à própria época poderia ser uma história bem conduzida pelo Frank Capra, mas pro Hitchcock não deu.