Londres, século XIX. O médico e pesquisador Harry Jekyll (Spencer Tracy) crê que bem e mal existam em todas as pessoas. Jekyll tem muita determinação para provar sua teoria, que é criticada por quase todos que conhece, inclusive Charles Emery (Donald Crisp), o pai de sua noiva Beatrix (Lana Turner). Após trabalhar incansavelmente em seu laboratório, Jekyll elabora uma fórmula. Não querendo colocar em risco a vida de ninguém, ele mesmo a bebe. Como resultado seu lado demoníaco é revelado, que ele chama de Mr. Hyde. Mas o pior ainda estava por vir, pois inicialmente Jekyll acreditava poder controlar as aparições de Hyde, mas logo ele veria que estava totalmente enganado.
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No geral o que me sobrou foi desinteresse, ainda que eu pense que Fleming tente entregar um clima sombrio e Tracy encarne bem o personagem penso que a narrativa ficou muito truncada, alongada e redundante. A obra anterior de Mamoulian consegue também compreender melhor as máscaras da sociedade na questão do bemxmal.
A versão de 1931, protagonizada por Fredric March, é muito superior! Esta apenas apresenta uma qualidade técnica mais apurada por conta da evolução cinematográfica, mas no restante, a anterior supera em todos os aspectos.
Meu primeiro filme de 2025, assisti sozinha sem meu querido pocoyo.. :(
Ainda não li a novela do Robert Louis Stevenson, mas está aqui, em lugar privilegiado em minha lista. Sou obcecado pela versão do Robert Mamoulian e fiquei impressionado pelo elenco reunido, mas a direção do Victor Fleming não extrai a expressividade prometida a partir das situações descritas: achei o filme seco, impessoal, desenxabido: o protagonista é bem delineado, nos diálogos iniciais, mas, depois, resume-me a uma caracterização burocrática de uma malvadeza direcionada e exclusivista; Lana Turner pareceu-me francamente subaproveitada; e Ingrid Bergman brilha, extrai pujança dramática correspondente à sua personagem, de modo que os melhores momentos do filme são quando ela está em cena. Mas, mesmo assim, é insuficiente para resgatar a maestria do trabalho como um todo, visto que o Fleming age como um realização em linha de produção, dá para perceber na tela a quantidade de vezes em que ele ensaiou, esvaziando a trama daquilo que ela tem de mais intensa. Achei o filme interminável por vezes, queria que acabasse logo. Talvez numa revisão sem tantas expectativas funcione melhor. Nalgum momento, quiçá após a leitura do livro, hei de revê-lo. Por ora, não funcionou muito! :( - WPC>
Esta versão de "O Médico e o Monstro", de 1941, assisti na década de 90, na TV Bandeirantes. Spencer Tracy deu conta do recado com seu desempenho, mas o roteiro desandou e o filme ficou abaixo da média para uma baita produção. Ainda prefiro o clássico de 1931, com Fredric March. Nem Lana Turner e Ingrid Bergman se salvam nessa bucólica e morosa adaptação do livro de Robert Louis Stevenson. Contudo, este thriller de 1941, vale ser visto ou revisto sem maiores pretensões.