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O autoproclamado cientista Dr.Durea, possui um show de horrores em um velho parque de diversões próximo à praia. O que ninguém sabe é que seu show usa pessoas de verdade, que antes foram cobaias em suas experiências. São jovens desaparecidos que a polícia não possui nenhuma pista, até o dia em que a irmã de um desses jovens decide investigar por conta própria.
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Já me envolvi sabendo que seria ruim, mas não esperava que fosse tanto. O Dr. Durea/Dr. Frankenstein é um bom personagem, mas o resto não se salva. O monstro de Frankenstein é um lixo; a maquiagem/máscara é péssima, totalmente deformada. O Drácula, então, tem a cara lotada de maquiagem, bem branca, mas a mão está normal, o que cria um contraste feio, fora que não dá medo em ninguém.
Os protagonistas, Mike e Judith, são totalmente inexpressivos e sem graça. A motivação de Judith é um lixo, já que ela começa o filme querendo achar sua irmã,
mas esta só aparece no final, sem nenhum desenvolvimento dessa trama.
Angelo Rossitto, J. Carrol Naish e Lon Chaney Jr. são bons atores. O primeiro, para mim, entregou a melhor atuação no filme. Já Lon Chaney Jr. foi totalmente desperdiçado nesse filme. A protagonista Regina Carrol só apareceu mesmo para mostrar os decotes.
Os (d)efeitos especias parecem de algum desenho animado da Hanna Barbera do começo dos anos 50. E as mortes são as mais idiotas possíveis.
Esquecível. Se tiverem algo melhor para ver, vejam.
Assistido em 30/06/2025
Tranqueira que conta com William Bonner no elenco (mas não é o Bonner do JN). Achei arrastado, e o combate entre o vampirão com cara de surfista turco - e que parece com o esquisitão de "Manos" - e o monstro emborrachado de Frankenstein, só acontece lá no finzinho, num agarra agarra tosco mas com um desmembramento que salva a lutinha. Esperava me divertir mais por já saber que o negócio era ruim.
Horror de baixo orçamento, hipnotizante em sua pura horribilidade, que foi o último filme de J. Carrol Naish (1896-1973) e o penúltimo trabalho de Lon Chaney Jr. (1906-1973). O diretor Samuel M. Sherman não foi creditado. De acordo com Sam Sherman, a versão da TV removeu a breve nudez em topless da garota na mesa de operações. Ele também removeu uma placa dizendo "Society Sucks".
Muitos dos equipamentos elétricos de laboratório no laboratório do Dr. Duryea são adereços usados originalmente em Frankenstein (31). O especialista em efeitos especiais Ken Strickfaden, que havia projetado todos os aparelhos elétricos naquele filme, forneceu o equipamento. A música que toca na última cena de Lon Chaney Jr. é uma música reciclada de vários horrores da Universal, da qual Chaney é mais lembrada. O filme recebeu críticas negativas dos críticos especializados, com as reclamações mais proeminentes contra a enorme quantidade de escuridão nele, dificultando a visualização da ação. Tem até um tal de William Bonner no elenco. Só que não é aquele...
Tecnicamente, este filme é uma bagunça total, com trabalho de câmera instável e iluminação terrível, arruinando várias cenas, incluindo o final altamente antecipado no qual as duas criaturas-título finalmente batalham. Os efeitos especiais são sangrentos, mas no nível de baixo orçamento, e a conclusão apresenta uma série de desmembramentos de corpos.
Ruim de doer!
Filme mediano. Não por ser antigo, mas é um bagaço mesmo. Personagens abobados.