O escritor de sucesso Paul e a cobiçada dubladora Emilia sempre foram considerados pelos amigos o casal dos sonhos: harmonioso, feliz, bem sucedido, com três filhos encantadores chamados Bo, Marie e Fe. Mas agora, com quase 40 anos, seu relacionamento está ameaçado por uma crise.
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"- A vida começa agora..."
"- Daqui a vinte anos, ou estarão mortos ou com Alzheimer! Você me acha atraente? Olhem para vocês. A resposta é não. Vocês são horríveis. Botox não vai ajudar em nada, nem se besuntar de creme anti-idade. Vocês são umas múmias!"
Eu tô muito a vibe do véio, que sofreu o filme inteiro, tadinho kkkk
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Filme bom é filme que emociona. Me senti extremamente tocada. Trás sensibilidade, beleza, e emoção! Além de cenas divertidas que te fazem rir alto. O combo perfeito.
Um filme realmente sensível e belo, com muito a dizer
"Talvez essa coisa tenha uma data de validade.
-O que?
-O nosso casamento".
"-Nós podemos fazer qualquer coisa.
-Não, nós não podemos".
"Ele dirigiu 800 km só pra ficar comigo e agora o outro lado da cama parece distante demais".
Ah, o cinema! Esse aqui bateu forte e que surpresa. Tem cenas verdadeiramente engraçadas que me fizeram rir alto e outras cenas bem reflexivas, que mistura deliciosa. Um filme sobre o envelhecimento, sobre o desgaste das relações. É sobre o quanto uma relação poderosa pode ir perdendo o brilho, e quando se percebe ambos estão frustrados no casamento. Numa hora somos loucos sonhadores e de repente, estamos velhos. O filme trata bem disso. E tem aquele monólogo dele na festa de aniversário que é bem o oposto daquilo de termos todo o tempo do mundo. Conforme os dias avançam, a gente perde o vigor e a energia. É um discurso duro mas realista. Aquele post do facebook feito pelo protagonista aliado àquelas cenas me trouxeram um misto de emoções. A gente até pode achar que é eterno, mas não importa o quanto a gente acredite nisso, a idade chega pra qualquer um.
muito bom, melhor que muito comédia hollydiana, deveria ganhar mais reconhecimento