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Tom Ransome (George Brent) é um eterno conquistador de mulheres que vive há anos tranquilo na Índia. Certo dia, numa festa, reencontra um antigo romance, a bela Edwina Esketh (Myrna Loy). Rica e materialista, ela vive um casamento complicado com o empresário Albert Esketh (Nigel Bruce). Tom não perde tempo e joga seu charme para reconquistá-la, mas Edwina está interessada no amigo de Tom, o Major Rama Safti (Tyrone Power). Rama é um jovem médico dedicado a ajudar os mais necessitados, o que para Edwina é perda de tempo. Um grande acontecimento irá mudar a forma da bela moça ver o mundo. Superprodução indicada em oito categorias do Oscar, tendo levado o prêmio de efeitos especiais.
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Os efeitos especiais são realmente um espetáculo, super difícil a produção da enchente bem como super bem realizada, logo compreendo sua importância para a época dada sua realização (sempre ouvi dizer que filmar a chuva é algo super difícil de realizar) mas achei um verdadeiro porre narrativamente, um novelão romântico daqueles bem insuportáveis, os poucos 100 minutos duram uma eternidade.
Eu tenho até uma certa simpatia pela Myrna Loy, mas tem filme com ela que essa dondoquice que ela tinha deixa-o terrivelmente maçante... Já queria dormir com meia hora de filme. Valha-me, Deus!
Visto em 19/01/23
Pelo visto Hollywood tava fissurada nessa ideia de enfiar um desastre aleatório no meio de cada filme né. Já é o quarto ou quinto desde 1937 que eu vejo que segue essa regra. Os efeitos especiais são bem legais (inclusive no letreiro inicial), mas é só. Tyrone Power como indiano é uma coisa completamente ridícula.
Melodrama de aventura indicado a 6 estatuetas no Oscar: melhor fotografia em preto e branco, melhor direção de arte, melhor mixagem de som, melhor edição e melhor trilha sonora, vencendo o de melhores efeitos especiais. O filme foi baseado no romance americano "The rains came", de Louis Bromfield (1896-1956) - publicado em junho de 1937 pela Harper & Brothers. A famosa sequência de terremoto e inundação ainda é impressionante nos tempos atuais. Houve uma refilmagem: As chuvas de Ranchipur (55).
Cada conjunto de créditos (exceto o logotipo da 20th Century-Fox) se desintegra depois que aparece, como se tivesse sido lavado pela chuva caindo no fundo. Durante as filmagens em 1939, Myrna Loy (1905-1993) escapou por pouco quando seu cavalo disparou enquanto filmava uma cena; ela quase foi morta. Estréia no cinema da belíssima Brenda Joyce (1917-2009), que se destacou em alguns filmes de Tarzan. Uma pena que ela aparece pouco, ofuscada pela presença hipnotizante de Myrna Loy. Bert Glennon começou o filme como diretor de fotografia, mas ficou doente e foi substituído por Arthur C. Miller, que recebeu o crédito na tela.
Espetacular e divertida habilidade em Hollywood, uma produção de prestígio e generosa servida com elegância e desempenhos impecáveis de todos, especialmente a magnífica Myrna Loy e George Brent (1904-1979). Um clássico sólido e eficiente, com uma narrativa lenta mas nem por isso, um filme cansativo, que começa romântico e vai se tornando dramático durante o desenvolver da trama.
Pode até ser uma certa implicância da minha parte, mas eu acho que foi um grande equívoco terem escolhido a Myrna Loy para interpretar a Edwina. Eu achei o nível de sua interpretação muito inferior à dos demais atores. Tyrone Power, George Brent, Brenda Joyce e Maria Ouspenskaya estão perfeitos em seus respectivos papéis. Eu não tenho nenhum tipo de preconceito contra filmes em preto e branco, ao contrário, assisto vários, mas esse aqui, eu gostaria de ver colorizado. Esse eu recomendo .