Este drama do Novo Cinema Húngaro é sobre exploração de classe e assassinato, e se passa em 1919. Anna (Mari Torocsik) é uma jovem tímida e simples que trabalha como empregada em uma casa de família privilegiada. Ela é essencialmente uma escrava sem direitos. A Revolução Comunista Húngara aparece como pano de fundo. O microcosmo, neste caso, claramente quer ilustrar um quadro maior e impessoal.
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Tem vidas que nasceram pra isso.
Direção segura, fotografia impecável atuação digna de nota mas há um certo tom propagandístico do regime comunista que tomou conta do leste europeu no pós-guerra que eu penso ser absurdo. Há uma crítica feroz à divisão social que nem mesmo os socialistas trataram de resolver nesse país que foi altamente explorado por tal regime.
pesadelos com patrões, quem nunca?
Quando fez o Mulheres Diabólicas Chabrol disse que aquele era "o último filme Marxista", bom esse aqui está nessa lista de filmes.
Assombrosa a realidade classista presente no filme e que perpetua nas suas formas e atos simbólicos.