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O Chan consegue tão bem moldar o tempo com cortes (e recortes) da vida dos amigos-amantes, duas pessoas que são um acontecimento milagroso naquela Hong Kong engolida por uma globalização capitalista que sufoca, une e afasta. Recomendação única para quem busca ser compensado mesmo em meio a tanto caos.
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Consegue ser um exercício pleno da espera da consequência - ou não. A discussão classista é muito sutil, está sucumbida aos pequenos detalhes, no ordinário, e é exatamente nisso que triunfa. Na criação desse microcosmo claustrofóbico, onde muito se concentra no movimento da janela dos carros, tem-se na introspectividade da imagem um poder de assombro absurdo. É um filme que na sua apresentação realiza ser palpável, até demais.