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O dia-a-dia de um jovem carioca de classe média e do seu grupo de amigos. Edu, que reside em Ipanema, não tem compromisso com a vida. Passa os dias flanando pelas ruas atrás das mulheres e buscando aproveitar todos os instantes da forma mais prazerosa possível.
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- esse aqui daria pra fazer uma trilogia com Todas as Mulheres do Mundo e Cassy Jones, o Magnífico Sedutor
- ele fica bem entre os dois, não tão "romântico" e reflexivo quanto o primeiro e nem tão debochado e exagerado quando o posterior
- diverte e tem bons momentos, a edição prejudica mas entrega boas cenas
Visto em 11.05.24 pelo canal Brasil. Primeiro filme q vejo a Leila Diniz.
O bom vivant.
E como é bela a Leila Diniz.
Edu - Coração de Ouro - 1967 - Brasil - visto no dia 16.05.20
Gostei do filme . Terceiro filme de Paulo José que acompanho e segundo da Leila Diniz onde ambos aqui novamente juntos repetindo uma ótima química juntos e inclusive as histórias são parecidas, pois Domingos de Oliveira retrata a classe média carioca, nesse caso na zona sul, crítica de forma inteligente a vida burguesa e seus pensamentos com comédia e ironia. Aqui o foco central é no jovem descompromissado, despojado chamado Edu onde não estuda, não trabalha, onde vive uma vida boêmia e deseja aproveitá-la o máximo possível de forma livre, leve, solta. Curte a praia, as mulheres que são milhares que passam na sua vida e que vai atrás e traz tbm seus costumes etilistas e sua atitude hipócrita como:
Ele reclama da empregada lhe entregou o pão com a mão e vai lá e a violenta na sua casa. Isso é um retrato irônico e cru sobre a velha elite brasileira que acha que
conquistar o mundo
do Cristo redentor
trabalha, tem sua grana, tem a sua vontade
Nota: 7,0
Filme delicioso, recende a Nouvelle Vague a cada cena, a cada firula estética escolhida. Um tresloucado e desastrado Paulo José, junto com seus belos e felinos flertes, garantem uma experiência agradável de se acompanhar. Além do quê, é uma boa ponte de ligação (pelo menos em filosofia) para o recente Br 716.