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Data de lançamento
15 Dez. 1975Duração
Depois de um tempo viajando, cada vez mais experiente e deslumbrante, Emmanuelle vai à Hong Kong para encontrar o seu marido, Jean com quem ela tem um relacionamento aberto. Mas a presença de uma jovem garota que passa a conviver com o casal, faz seus sentidos ficarem à flor da pele e arder de desejo. Ela não pode nem se quer evitar sua busca pela exploração e descoberta de um mundo sexual repleto de fantasias. O clímax será inesquecível.
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É inferior ao primeiro.
A continuação segue com a mesma fórmula do primeiro filme, com Emmanuelle curtindo novas experiências sexuais dentro de um relacionamento aberto com o marido. Nesta sequência a história se passa nos exóticos cenários de Hong Kong e dá uma ênfase maior às descobertas lésbicas de Emmanuelle, que agora está mais experiente e safada deixando o instinto falar mais alto que a razão.
Destaque pelo capricho da produção em algumas cenas esteticamente bastante artísticas. Como a cena da massagem com espuma que tem um efeito visual bastante sofisticado para uma produção deste tipo.
Não é um filme tão excitante e nem conta com um dos enredos mais elaborados, mas serve como um bom passatempo. Além de trazer uma certa nostalgia por ser considerado um clássico do gênero.
Curiosidade: A atriz Laura Gemser, que viria a interpretar "Black Emanuelle" em sua própria série de filmes eróticos, aparece brevemente no papel de uma massagista.
Emmanuelle está muito mais madura ( se vocês me entendem ) agora realmente ela sabe o que está fazendo, e também influência outras mais mais novas a novas experiências sexuais.
Ótima continuação, com atrizes lindíssimas e com cenas que mostram a cultura de Hong King ( o primeiro também mostrou cenas da cultura local) este filme realmente é bem produzido dentro do que propõe.
Partindo para terceira parte.
Bom filme para você !!!!!
O subtítulo deste filme é um primor à parte, que obriga-nos à reflexão desde o primeiro enlace sexual da protagonista, quando ela romantiza o estupro lésbico de uma loira traumatizada e revirginada. A trama avança quase khourianamente, com muitas cenas de masturbação feminina e um irrepreensível enfado burguês, que o sobejo de sexo não consegue sanar... Em verdade, o que impressionou-me neste filme foi justamente a sua impressão de permanente coito interrompido: não termina num anticlímax por acaso! Por mais que a protagonista deseje as pessoas e consiga seduzi-las ("ela escolhe", comemora o seu marido), a satisfação está muito mais na potência desejoso que na consumação do ato em si. É quase um filme antierótico, portanto. Se justamente isso - o percurso - não fosse justamente a maior chave para a efusão pornográfica. A trilha melancólica de Francis Lai é soberba, e o acabamento técnico do filme é primoroso. Lindo demais: fiquei em transe. Ótimo, o melhor dentre os que vi, até agora! (WPC>)
Sempre belíssimo.