Cinebiografia do anarquista Sakae Osugi (1885-1923), assassinado pela polícia, a partir de seus relacionamentos amorosos. Paralelamente, dois estudantes pesquisam sobre as teorias políticas e as ideias de amor livre que ele defendia.
Tive uma sensação com essa obra similar a de quando assisti Love Exposure do Sion Sono: "essa é a epopeia de 3h+ que é vista como obra-prima do diretor e que compila tudo aquilo que há de mais importante em seus temas e em seu estilo". Entretanto, assim como no caso do Sono, esse não é o meu favorito do Yoshida. Pra mim seu filme seguinte, Rengoku Eroika, que abraça mais abertamente a estética e o estilo de narrativa anárquico criado, em grande parte, nesse filme, é mais agradável, já que realça as características que mais me atraem no diretor. De qualquer forma, Eros + Massacre é um filme visualmente estonteante, ainda que incômodo, erótico, ainda que repleto de pudor (tal qual a teoria de amor livre tão ainda preenchida com contradições do Osugi), com uma narrativa não-ortodoxa e instigante e um texto inspirado que encanta, mas que acaba por perder um pouco a força no trecho final, por mais que este seja ainda muito bom. Talvez o corte de cinema com 2h e pouco fosse melhor para mim nos pontos que me incomodaram. E uma dica importante: leiam pelo menos a página da wikipédia sobre o Osugi Sakae pra ter um mínimo de contexto dos eventos históricos que o filme "reproduz", ajuda bastante.
Aquele tipo de filme que a sinopse encanta mais do que o conteúdo rodando... e com uma duração eterna e formato verbalizado de produção, cansa muitos que não gostam de teatro ´´intelectual´´.
Tentei me encorajar. Mas já estava entediado bem antes da metade.
Uma experiência tão anárquica e transgressora que me confundiu por completo. Yoshida não delimita tempo ou espaço e nem se prende aos mesmo para narrar uma biografia. Visualmente delirante mas tive dificuldade com ritmo e duração.
Tive uma sensação com essa obra similar a de quando assisti Love Exposure do Sion Sono: "essa é a epopeia de 3h+ que é vista como obra-prima do diretor e que compila tudo aquilo que há de mais importante em seus temas e em seu estilo". Entretanto, assim como no caso do Sono, esse não é o meu favorito do Yoshida. Pra mim seu filme seguinte, Rengoku Eroika, que abraça mais abertamente a estética e o estilo de narrativa anárquico criado, em grande parte, nesse filme, é mais agradável, já que realça as características que mais me atraem no diretor. De qualquer forma, Eros + Massacre é um filme visualmente estonteante, ainda que incômodo, erótico, ainda que repleto de pudor (tal qual a teoria de amor livre tão ainda preenchida com contradições do Osugi), com uma narrativa não-ortodoxa e instigante e um texto inspirado que encanta, mas que acaba por perder um pouco a força no trecho final, por mais que este seja ainda muito bom. Talvez o corte de cinema com 2h e pouco fosse melhor para mim nos pontos que me incomodaram.
E uma dica importante: leiam pelo menos a página da wikipédia sobre o Osugi Sakae pra ter um mínimo de contexto dos eventos históricos que o filme "reproduz", ajuda bastante.
Aquele tipo de filme que a sinopse encanta mais do que o conteúdo rodando... e com uma duração eterna e formato verbalizado de produção, cansa muitos que não gostam de teatro ´´intelectual´´.
Tentei me encorajar. Mas já estava entediado bem antes da metade.
ABANDONEI com exatamente 1 hora...
mt loko
terceira vez que eu tento assistir esse filme, das outras duas eu comecei mas desisti em alguma parte por me sentir fortemente perdido
Uma experiência tão anárquica e transgressora que me confundiu por completo. Yoshida não delimita tempo ou espaço e nem se prende aos mesmo para narrar uma biografia. Visualmente delirante mas tive dificuldade com ritmo e duração.