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Phoebe Tuttle (Agnes Moorehead) é a dona de uma cadeia de lojas de departamentos que descobre que Barbara Tuttle (Jill St. John), sua filha, está apaixonada por Norman Phiffier (Jerry Lewis), um rapaz pobre que ela não aprova. Phoebe decide então contratar o jovem para demonstrar que ele é um desmiolado, dando-lhe tarefas complicadas para humilha-lo, esperando assim que Barbara o deixe. Porém sua filha sai de casa, passando a trabalhar em uma das lojas da mãe usando o nome Fuller. Assim, Norman não imagina que se casará com uma rica herdeira, mas se souber disto desiste do casamento.
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Um dos últimos filmes da parceria Tashlin/Lewis.Esse é bem simples,muitas vezes até infantilizado demais.Trama que não traz grandes acontecimentos,salva-se a genialidade do humor de Lewis e suas gags divertidas.
>Assistido em 07 de Dezembro de 2025
07.11.1989
Disponível no Prime Vídeo (Locke).
Na lista de meus favoritos, "Errado pra Cachorro", cumpre com a excelente proposta de entreter os fãs da comédia clássica. Na minha avaliação, o melhor de Jerry Lewis nas telas. A icônica cena com Jerry teclando a invisível máquina de escrever é antológica. A espirituosa Agnes Moorehead chega a roubar algumas cenas com seu humor irônico e sarcástico. O elenco de apoio não decepciona. Adoro rever!
Meu favorito continua sendo Bagunceiro Arrumadinho, mas esse aqui é bom demais.
Até agora, de todos os filmes que vi da parceria entre diretor e astro protagonista, foi o que menos gostei: os diálogos são machistas em excesso - dá para ver que Renato Aragão aproveitou muitos detalhes daqui, para construir seu personagem Didi - e as 'gags' são repetitivas, girando em torno de um mesmo ambiente (a loja onde acontecem os eventos). A anarquia tashliniana está lá - vide a seqüência devastadora do aspirador de pó - mas a cadência discursiva é antenada ao 'status quo' estadunidense, no pior dos sentidos, referendando questões honoríficas masculinas mui problemáticas. Ainda assim, ri em diversos momentos. Assisti ao filme ao lado de minha mãe (viva a TV aberta!) e ela gargalhou, além de trazer ótimas memórias de sua juventude no cinema. Seja como for, diverte, entretém e demonstra o porquê do jovem crítico Godard e tantos outros considerarem-no genial! (WPC>)