1981, Colômbia. Líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar (Javier Bardem) é um dos maiores traficantes de cocaína para os Estados Unidos, o que faz com que governo de Ronald Reagan insista na criação de um tratado entre os dois países que permita que ele seja julgado em solo americano. Decidido a combater tal ideia, Escobar se candidata e é eleito deputado federal. Paralelamente, ele se envolve com Virginia Vallejo (Penélope Cruz), uma popular apresentadora de TV que não se importa em como o amante consegue sua fortuna, apenas em como o dinheiro é empregado.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Lançado em uma época em que haviam diversas produções recentes sobre Escobar, o filme acabou sofrendo um pouco com isso e enfrentando um público já saturado do tema. Tivesse sido lançado antes da série Narcos (2015) ou mais recentemente talvez a recepção fosse melhor.
Javier Bardem e Penélope Cruz (essa um tanto canastrona aqui) estão ótimos. Bardem consegue trazer um Pablo Escobar tão interessante que em determinados momentos quase me faz sentir um tanto de pena.
Por abranger um período longo alguns acontecimentos são um tanto corridos e isto atrapalha um pouco o andamento, acredito que determinadas situações poderiam ter sido ignoradas.
Quem assim como eu for assistir na tv, consequentemente com intervalos irá sofrer um pouco devido as paralizações. Ainda sim vale a pena ser visto, pois a trama consegue prender a atenção do espectador.
--- Escobar: A Traição (Loving Pablo, Espanha/Bulgária, 2017, de Fernando León de Aranoa) ---
Interessante sobretudo por ser inspirado nos eventos descritos no livro da Virginia Vallejo, aqui interpretada pela ótima Penelope Cruz, que é um dos destaques.
Falando na Virginia, mas que mulher
[/spoiler]
louca! E muito da interesseira também. Querer se aproximar mais e mais e ter um caso com um ser desprezível, arriscar a própria vida, e se envolver com um homem que traficava drogas e que matava muita gente, e que inclusive foi o responsável pela explosão de um avião em 1989, na qual foram mortas mais de 100 pessoas inocentes, tudo porque o desgraçado achava que uma determinada pessoa estava a bordo, e acabou que nem estava.
E depois, perto do final, a Virginia procurou o Pablo choramingando que ninguém mais queria lhe dar emprego, que não tinha mais dinheiro, pra ele lhe dar uma alta quantia. Resultado: ele não a ajudou e ela ainda quase morreu.
Uma das melhores coisas é quando o Escobar é morto.
[spoiler]
Gostei! Ótimo filme e principalmente atuações.
Essa história de drogas, tráfico, etc, não é do meu agrado e nem acho interessante enaltecê-los com livros e filmes. Mas, o filme consegue fazer um resumão interessante envolvendo do começo ao film com boas atuações principalmente da Penelópe Cruz que é o grande destaque. E, após eu ter visto na mesma semana uma entrevista do repórter Cabrini na Tv Record com a " Advogada do Tráfico ", vi o filme com mais interesse sobre esses assuntos da criminalidade e suas razões por trás dos personagens.
Me lembro vagamente também de uma entrevista do filho do Pablo ao Amaury Junior se não me engano, e que a série ele opinava não ter gostado não me lembro agora por quais razões. E, acho interessante como essa família se manteve ou mantem sã depois de tudo o que aconteceu? Daria um bom filme a versão do filho que parece que não compartilhava com o pai muita simpatia. rs
Ah, acabo de achar no Youtube que o filho do Escobar esteve no programa "The Noite" do SBT.
Careceu dramaticamente, e narrado de forma rápida e desajeitada sem emoção alguma. Esperava ver um Pablo Escobar com sangue nos zóio e recebo um pablito pacificador com barriga-d'água.
O Javier sabe entregar, viu?!
Infelizmente o Filme só melhora na segunda parte e isso meio que já é tarde.