Na pequena cidade de Dodson uma garota de 13 anos, Willie Starr (Mary Badham), brinca em uma estrada de ferro abandonada. Ela conta para seu amigo Tom (Jon Provost) que Alva (Nayalie Wood), sua irmã mais velha, por ser muito bonita era desejada por todos que trabalhavam na ferrovia. Mas Alva se sentiu atraída por um forasteiro, Owen Legate (Robert Redford), que se hospedou na pensão de Hazel (Kate Reid), a mãe de Alva e Willie. Quase ninguém sabia por qual razão Owen veio, mas sua presença ia mexer muito com o coração de Alva e com a vida do resto da cidade.
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A jornada de Alva, é uma jornada de Ícaro
Os desafios são as maquinações de sua mãe, a fragilidade de sua própria psique e a dura realidade que seu mundo de fantasia não a preparou para enfrentar
A interação entre Natalie Wood e Robert Redford é lendária por um motivo. Eles geram uma eletricidade que eleva o material, tornando o romance condenado crível e comovente
O Sonho do Escape. A Corrupção da Inocência. Fantasia como Mecanismo de Sobrevivência. Amor como Redenção (e sua falha).
Como Hazel Starr, Reid oferece uma performance memorável e corajosamente grotesca, personificando a corrupção que devora tudo ao seu redor
Há sedução, flerte, um jogo de gato e rato. Era assim que o romance funcionava, antes de ser burocratizado
O roteiro dilui a escuridão e a crueldade da visão de Williams. O final, em particular, é uma invenção melodramática que carece da ressonância poética do material original
Bronson está tão malvado aqui que eu esperava que ele desse um soco no próprio Robert Redford só por ser bonito demais
O título do filme devia ser 'Esta mulher precisa de um terapeuta urgente'
A peça é um sussurro fantasmagórico sobre uma tragédia que já aconteceu (A memória, a beleza como uma maldição, a morte dos sonhos, a inocência corrompida, a decadência do Sul). O filme é o grito apaixonado e desesperado dessa mesma tragédia enquanto ela acontece (O amor proibido, a busca pela fuga e redenção, a corrupção familiar, a hipocrisia social, a exploração da feminilidade).
Fui com muita sede ao pote: explico o trocadilho. Pensei que fosse aquele romance arrebatador de dois jovens apaixonados que enfrentam todas as situações adversas possíveis pelo seu amor. Contudo, a trama e as situações roteirísticas não se sustentam. E o final é concluído da pior forma possível. Se sobressai alguns pontos; a fotografia é um deleite aos nossos olhos.
O par romântico, Robert Redford e Natalie Wood esbanjam talento e beleza juntos. São deles os melhores momentos do filme. As coadjuvações da mãe e da irmã, a primeira uma megera e a segunda uma flor, também chamam a nossa atenção. Achei a revelação final mui forçada. E Charles Bronson surge pouco tempo em tela já demonstrando seu jeito carrancudo. Vale apenas como curiosidade.
Bom filme, com diálogos afiados. Natalie e Robert estão ótimos juntos. Além de belíssimos, a química entre eles é eletrizante, o que dá um ritmo excelente ao filme. Achei a Alva mais coquete do que “promíscua”, e quando Owen surge, é o seu momento de libertação (nada surpreendente, com o tanto de cara tosco daquela cidade). Fiquei o tempo todo esperando
uma tragédia, então não me surpreendi muito com o desfecho, exceto pelo destino da Willie, que foi o que realmente me cortou o coração, tadinha.
Um amontoado de gente ruim e insuportável só poderia culminar em tragédia mesmo. Eu amo as adaptações das peças do Tennessee Williams, mesmo que a execução nunca realmente faça jus aos textos. Neste aqui, acho que a edição poderia ser melhor trabalhada e talvez até aumentar um pouco a duração do filme.
Eu diria que o elenco é o grande forte do filme, pois com outros atores o filme perderia força, com certeza.
Os protagonistas são bonitos, hein!!!! Assisti ontem "The Way We Were", outro com Redford por coincidência, e o cara é bom (e gato) demais. Natalie Wood nem digo nada, pois sou apaixonado e, inclusive, assisti o filme por ela mesmo (assim como vi TWWW pela Barbra). No fim, Redford me conquistou de vez.
Conheci em 2002 e revi hoje!
Muito bom drama, vide roteiro, elenco e direção!
Pena Wood ter falecido cedo!