Quando André de 85 anos sofre um derrame, Emmanuelle corre para a cama do seu pai. Doente e paralisado, pede à Emmanuelle que o ajude a acabar com a sua vida. Mas como se pode satisfazer tal pedido quando se trata do seu próprio pai?
Este filme de François Azon tem uma cara de "Amor" misturado com "o pai", retratando um chefe de família que sofre um AVC e que opta por querer a eutanásia. A obra então vai tecendo o conflito a partir da perspectiva das filhas do homem, uma vez que elas tomam a iniciativa (não sem dúvidas e conflitos, obviamente) e também o acompanham dentro do hospital. Ele fica internado por meses até ver a melhor data para realizar o procedimento. Em primeiro lugar uma coisa que muito me incomodou é que os frames são todos muito rápidos, as cenas não se perduram, e talvez seja pra mostrar a bagunça que a cabeça das irmãs em relação a decisão de levar adiante algo tão delicado. De fato, parece um turbilhão, os dias passam voando e a sensação de ansiedade toma conta da projeção mediante a simples edição meio frenética. Para um filme francês, essa edição dita anteriormente pareceu meio deslocada, contudo, ao analisar a funcionalidade dentro do roteiro até que se saiu bem. O destaque é que o tema é tratado com muita naturalidade, as vezes até friamente mesmo. Tanto que o clímax fica com impressão de um anti-clímax, mas isso tudo acaba nos fazendo pensar de como a cultura europeia é mesmo muito diferente da cultura latina em determinados aspectos. É um filme que, apesar da edição frenética, é sensível e reflexivo. Embora a eutanásia seja um procedimento legal na Suíça (para onde é levado o homem), elas não deixam de responder a algumas perguntas policiais e a ter sempre uma áurea acusatória pairando sobre suas cabeças.
Esse não é um filme fácil de assistir, mas com certeza vale muito a pena!! Ozon ❤️❤️
Não consegui me envolver e conectar com o personagem, tudo muito chato, pelo tema , merecia algo mais tocante e profundo.
Este filme de François Azon tem uma cara de "Amor" misturado com "o pai", retratando um chefe de família que sofre um AVC e que opta por querer a eutanásia.
A obra então vai tecendo o conflito a partir da perspectiva das filhas do homem, uma vez que elas tomam a iniciativa (não sem dúvidas e conflitos, obviamente) e também o acompanham dentro do hospital. Ele fica internado por meses até ver a melhor data para realizar o procedimento.
Em primeiro lugar uma coisa que muito me incomodou é que os frames são todos muito rápidos, as cenas não se perduram, e talvez seja pra mostrar a bagunça que a cabeça das irmãs em relação a decisão de levar adiante algo tão delicado. De fato, parece um turbilhão, os dias passam voando e a sensação de ansiedade toma conta da projeção mediante a simples edição meio frenética.
Para um filme francês, essa edição dita anteriormente pareceu meio deslocada, contudo, ao analisar a funcionalidade dentro do roteiro até que se saiu bem. O destaque é que o tema é tratado com muita naturalidade, as vezes até friamente mesmo. Tanto que o clímax fica com impressão de um anti-clímax, mas isso tudo acaba nos fazendo pensar de como a cultura europeia é mesmo muito diferente da cultura latina em determinados aspectos.
É um filme que, apesar da edição frenética, é sensível e reflexivo. Embora a eutanásia seja um procedimento legal na Suíça (para onde é levado o homem), elas não deixam de responder a algumas perguntas policiais e a ter sempre uma áurea acusatória pairando sobre suas cabeças.
Chatissimo , se eu consegui ficar 5 minutos prestando atenção foi muito.
Esperava um pouco mais de drama ou revolta dos personagens envolvidos, mas o longa cumpre bem o seu papel. O assunto é delicado e polêmico.