Roong espera ansiosamente pelo dia em que poderá voltar definitivamente aos braços de Min, seu amante, um birmanês que vive ilegalmente na Tailândia. Ela paga à senhora Orn para que cuide do amado, enquanto procura um lugar onde os dois poderão viver em paz e felizes. Numa tarde, Min leva Roong para um piquenique na floresta, um momento ideal para expressarem o amor que sentem um pelo outro. Na floresta, os caminhos de Min e da senhora Orn vão se cruzar novamente, dessa vez pondo em risco a permanência do imigrante no país.
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Dormonid-Movie
Cruising de amores. Como revelar a cumplicidade em gestos – como o próximo toque sempre parece a coisa mais natural a ser feita em seguida.
Cinema muito simples e muito bonito, pacífico e contemplativo de Apichatpong. Seu cinema cresceria com o tempo mas já no início de sua carreira toda a conexão (ou a falta de) do homem com seu lado espiritual com a natureza já está presente. Além disto há uma conexão bonita sobre o toque humano e o apego. Apesar de todas as suas qualidades evidente é impossível não dizer que o tailandês exagera sempre na duração de seus planos.
"A trama se reduz a quase nada: uma jovem moça forja um atestado médico para conseguir dispensa no trabalho e passar a tarde ao lado do namorado, um imigrante birmanês ilegal. Do tempo social do trabalho, tempo útil, passam a um tempo de lazer, tempo livre. Os créditos só aparecem com mais de quarenta minutos de filme, quando eles já estão a caminho da floresta onde farão piquenique. O filme começa de fato ali, na descoberta de uma outra experiência do espaço e do tempo." Luiz Carlos de Oliveira Júnior
um cochilin gostoso de duas horas no sol da tarde