Tudo o Que o Céu Permite

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Tudo o Que o Céu Permite (1955)
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Média do filme: 4.0 de 5 — baseado em 897 votos
MÉDIAFILMOW
4.0
897 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Douglas Sirk
Data de lançamento 25 Ago. 1955 Outras datas
Duração 89 min (1h29)
Classificação indicativa de Tudo o Que o Céu Permite: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

25 Ago. 1955

Duração

89 minutos Classificação indicativa de Tudo o Que o Céu Permite: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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Sinopse

Cary Scott (Jane Wyman) é uma respeitável viúva da alta classe média, que sente-se frustrada mas reencontra o amor ao se apaixonar por Ron Kirby (Rock Hudson), seu jardineiro. Apesar de ser 15 anos mais velha e ter um casal de filhos já crescidos, ela decide assumir esta paixão. Entretanto Cary encontra preconceito em vários de seus amigos íntimos e até mesmo nos filhos, que não aceitam que a mãe tenha tal relação.

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Comentários 5029
amigos querem ver
ocoracaodisparado
Ariane
½
1 semana atrás

Inspirou O medo consome a alma (1974) do Fassbinder.

brunamsousa
Srta Bruna I. S.
3 semanas atrás

A questão central do filme é sobre o impacto de um romance entre duas pessoas de mundos tão diferentes, no caso aqui, além da diferença de idade existe uma grande diferença social, e tudo o que o casal precisa é encontrar uma forma de superar esses pontos, seja simplesmente vivendo sem dar tanta importância a isso ou seja se ajustando ao modo de viver do outro.
Se hoje em dia essas questões ainda tem certa relevância para algumas pessoas e para a sociedade, que dirá na década de 50, e neste ponto o filme é muito corajoso em abordar o tema e no fim de tudo, o casal se reencontrar e de certa forma superarem tudo isso.
A produção do filme em si também é um grande atrativo, a trilha sonora melancólica, fotografia, direção, atuações, tudo condizente com a trama.
É importante mencionar aqui como é triste ver uma pessoa perdida em sua própria vida, a personagem de Jane Wyman representa isso muito bem, inicialmente ela vê a sua vida como algo organizado e já resolvido, mas não enxergava o vazio nos seus dias e o personagem de Rock Hudson desperta algo muito maior nela, algo que ela não sentia há tempos e a toma por completo.
Da mesma forma é triste ver quando uma pessoa se deixa levar pela pressão da sociedade, deixando que a opinião de outras pessoas determine suas escolhas e influenciando na tomada de decisões.
O tempo todo a personagem de Jane Wyman trava uma luta interna contra os seus próprios sentimentos e com isso corre o risco de perder o melhor que está se apresentando na sua vida, e desperta em um momento quase tarde demais.
O amor deveria ser o principal fator para unir um casal, mas como é difícil e complicado quando apesar de tanto sentimento, existem inúmeros fatores que teimam em afastá-los.
O destino que muitas vezes é formidável ao unir duas pessoas, de certo ponto diferentes mas em outros pontos tão conectadas, por vezes também é cruel ao mantê-los separados.

Assistido em 25 de agosto de 2026.
nota: 8/10

velho_cinefilo
Senhor Ivan
3 semanas atrás

Sirk sempre foi um dos meus diretores favoritos,justamente por ser melodramático demais e todas as suas obras possuem esse maravilhoso melodrama em seu enredo. E ter tudo isso envolvido com um romance que parece ser impossível de ser vivido,dói ainda mais.
Tudo que o filme tenta mostrar é uma vida calma e bem decidida da protagonista,mas tudo isso se perde quando entra em sua vida um amor não premeditado. A química (eu não gosto muito de utilizar essa palavra) entre Cary e Ron é uma das mais belas que já vi em um romance. Não temos algo exagerado ou escancarado demais a ponto de enjoar em algum momento,muito pelo contrário,é aquele romance em que queremos muito mais e no final das contas não pode acontecer.

O filme fala muito de escolhas alheias e não nossas,como a sociedade nos enxerga e tenta nos ensinar como viver nossa própria vida. Cary aqui é muito atrapalhada por amigos e principalmente família. E poder acompanhar a mulher apaixonada se deixar levar por pensamentos dos outros e deixar morrer todo aquele sentimento único é tristemente doloroso. O brilho dela vai sumindo no decorrer do filme e fica cada vez mais distante do amado. Situação que faz com eles percam os bons momentos juntos no presente e logicamente,planos para o futuro. O filme continua sendo aquele conto mais lembrado de fragilidade social que vai muito por conta da tal da ''aparência". Pessoas próximas se perguntam como Cary vai sair na rua ou chegar numa festa com um homem onde financeiramente não combina em nada com ela... Coisas que a vida real tem muito.

As cores vivas do filme são belíssimas e as mudanças de estações também são bastante significativas,agem como os sentimentos dos protagonistas,em um momento amando demais,em outro,tendo que esquecer. E a carga melodramática só aumenta com as belíssimas canções tocadas no piano,aumentando os bons momentos tristes para os espectadores mais sentimentais.

O pior de não viver um amor intenso um dia,é não dar oportunidade pra isso acontecer,por falta de opção ou justamente pelo simples motivo de não tentar. É o tal "e se..." que nos cerca há todo momento. Será se almas que nasceram para viver juntas nunca irão ficar? Por conta de vários obstáculos da vida,vários empecilhos,distância,pessoas...
O filme pega demais nesse sentido.

>Revisto em 24 de Agosto de 2026

andreluiz99
André Luiz
11 meses atrás

Não importa a época, um casal com diferença de idade sempre causará essas desconfiança na sociedade, principalmente se a pessoa mais velha tiver uma condição financeira melhor, Cary se deixou levar pelos comentários maldosos de seus ''amigos'' fofoqueiros e seus filhos mimados, para no final ser abandonado por eles, se eu fosse o Ron teria mandado ela ir pastar faz tempo, é um belo novelão como de costume do Douglas Sirk, achei o final meio forçado, mas alem das atuações destaco a fotografia principalmente onde Ron morava, aquilo coberto de neve era um cenário lindo.

clissia
Clíssia
1 ano atrás

Vejo e revejo até a exaustão.
Que filme bem lindo.

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½
1
2
3
4
5

Listas com o filme

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Elenco de Tudo o Que o Céu Permite

Mostrar mais (34)
Jane Wyman 4 52

Jane Wyman

(Cary Scott)
Rock Hudson 12 242

Rock Hudson

(Ron Kirby)
Agnes Moorehead 10 162

Agnes Moorehead

(Sara Warren)
Alan DeWitt 0 2

Alan DeWitt

(Stationmaster)
Alex Gerry 0 0

Alex Gerry

(George Warren)
Anthony Jochim 0 1

Anthony Jochim

(Mr. Adams)

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