Uma jovem garota selvagem Fanchon (Mary Pickford) vive em uma floresta com a avó excêntrica que é suspeita pelos aldeões de ser bruxa. Fanchon, sofre de reputação de feiticeira da avó. Um dia a menina resgata um menino de afogamento e se apaixonam, mas Fanchon não concorda em casar com ele, a menos que seu pai dele concorde com o casamento.
É baseado em um romance, La Petite Fadette, de George Sand . Foi dirigido por James Kirkwood e estrelas Mary Pickford , agora trabalhando para Adolph Zukor e Daniel Frohman . Uma versão anterior do filme da história foi lançada em 1912 pelo IMP (mais tarde Universal ) e dirigida por Herbert Brenon.
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CARA, eu tenho 1001 problemas todos causados por esse filme vtnc. Começar pelo fim: Minha leitura é que ela envenenou o cara SIM e era bruxa SIM e acaba sorrindo e olhando pra câmera EM DEBOCHE PURO, CAUSANDO SENTIMENTOS BRIGADA PELOS MIMOS MARY PICKFORD <3
Daí que claro fiquei encasquetada se isso era do canon e tipo agora preciso ler o livro pq além da gana dos tropo de preconceito com a *mulher selvagem* pra envolver conceito de inocência vs luxuria - que deve ter outro nome, mas tá aí desde sempre, da Isabel de A Muralha (livro), o filme Nell, até sei lá a mãe do Voldy No Nose em Harry Potti...
Mas que seja, toda coisa me levou a ler a pagina da wiki da história e no canon o golpe parece ainda pior cara hahaha, pq a Fadette faz um comeback estilo Heathcliff/Tieta e aqui ela é a avó da Fanchon??? Fora que tem toda coisa da disputa entre irmãos a lá A leste do Éden do Steinbeck, portanto é = vários feels de diversas referências e fizeram mashup de impacto e até agora pra escrever não sei muito como lidar hehe.
A Fanchon tem uma inocência que não é idiotizada pra mim já que se deram ao trabalho de enfatizar a firmeza tomboy ao lidar com as situações. Ela é carente pra caralho, mas não ao ponto de amargurar com o pessoal que tem os privilégios e despreza ela e a avó. Tda coisa de tirar onda nos deboche é divertido pra caramba de acompanhar e fiquei sim esperando a merda bater no ventilador tipo em Carrie (outra referência! sry) quando entrou na vibe do makeover, porém não haha. Ela continua nas 0 fodas com o pessoal tirando e consegue se divertir o suficiente no meio do caminho. Aliás em termos de liberdade sexual feminina ser ela quem exige os carinhos e depois também firma o pé quanto a não aceitar o noivado por determinado período só mostra que não se trata de uma mocinha padrão babaca de romance superfluo.
Adoro como ela faz O PATRIARCADO se retorcer, implorar & beijar a mão dela no final. Preciso realmente ir atrás do canon e rever pra conseguir apreciar, pq vai ficar no canto ruminante da minha mente por certo tempo isso aqui, o que é maravilhoso