Marius tem 19 anos, mora em Marselha, trabalha para o seu próprio pai e sonha em fazer uma viagem pelo mar. Na noite em que vai partir para essa viagem, ele se declara apaixonado por Fanny, uma garota com quem cresceu e que também é apaixonada por ele. Logo seus pais começam a pranejar o casamento, porém, Marius, em dúvida, terá que escolher entre uma vida no mar ou uma vida ao lado da mulher que ama.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Poderia ter sido até pior, considerando que tem a desgraça do Maurice Chevalier no elenco. Acabou que foi só meio porcaria.
Gostei muito embora o final não me tenha agradado, algumas atuações tendam para o melodrama e a mixagem das vozes soe estranha. Coisas dos anos 50-60, compreensíveis.
Acho que o que mais me agradou foram todas as possibilidades de variação que o roteiro permite. A imaginação voa, voa longe. O que o torna um filme absolutamente emocionante.
Aliás, é o primeiro filme que assisto com o Maurice Chevalier. Confesso que tinha um certo preconceito para com ele, para com esses antigos galãs. Mas ele é explêndido.
Indicado a 5 prêmios no Oscar: melhor filme, melhor ator (Charles Boyer), melhor roteiro original, melhor fotografia e melhor edição. Também foi nomeado a 4 Globos de Ouro: melhor filme-drama, melhor ator-drama, melhor atriz-drama (Leslie Caron) e melhor roteiro original. Apesar dos atores principais serem franceses e parte do elenco ter europeus em grande parte, trata-se de uma produção americana filmada na Europa. É um bom drama romântico que começa com muito humor até a metade. A partir daí, fica mais sério e comovente.
É sobre um inusitado triângulo amoroso envolvendo um jovem casal, a francesa Leslie Caron e o alemão Horst Buchholz (1933-2003), além de um rico senhor fabricante de velas, o francês Maurice Chevalier (1888-1972). Daí começam as encrencas e os desentendimentos e as confusões aumentam quando ela fica grávida.
Enredo dramalhão, puro e simples. A qualidade está no elenco.