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Data de lançamento
2 Out. 2006Duração
Do premiado dramaturgo Alan Bennett (As loucuras do Rei George), chega esta comédia agradável e inteligente sobre oito estudantes turbulentos, mas talentosos, que esperam conseguir entrar em uma das mais prestigiosas universidades da Inglaterra. Nessa busca, eles são ajudados por dois professores, um jovem perspicaz e arrogante e outro, um velho excêntrico e entusiasta, cujas filosofias opostas desafiam os meninos a se confrontarem com o verdadeiro significado da educação e com os valores relativos da felicidade e do sucesso. Adaptado da peça original ganhadora do prêmio Tony e com o elenco original que conquistou o Tony, Fazendo História traz uma visão sedutora, instigante, travessa e engraçada da história, da busca pelo conhecimento e da total aleatoriedade da vida.
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Humor diferenciado, bacana de acompanhar a história.
Deve ser o filme em que mais se ouve a palavra "sir". "Fazendo história" é um filme estranho. Com isso não quero dizer que seja ruim nem que seja excelente ou mesmo realista. Me pareceu uma representação alucinatória de questões educativas, existenciais e sexuais em um grupo de 8 alunos mais seus respectivos mestres. Os alunos estão constantemente em uma espécie de "verborragia poética", recitando pensamentos e versos de autores e há momentos em que os 8 parecem apenas um. Propostas de vida e educação que, inicialmente, sugerem tomar caminhos opostos acabam por se entrelaçar em ambientes que tem algo de sonho (ou pesadelo, a depender do caso). Pra mim faltou um maior aprofundamento em alguma das questões colocadas na maior parte do filme, há muitos minutos que poderiam render bem mais, e apenas perto do final é que sentimos a dor real (e crueldade) de alguns personagens.
Gostei de assistir principalmente porque o filme foge de lugares-comuns em histórias que envolvem alunos mas também esperava um pouco mais do enredo. Destaque para Richard Griffiths e sua marcante atuação.
começa mostrando um roteiro inteligente, cheio de trocadilhos e referências. ainda logo de cara toca new order - a trilha toda é ótima, por sinal. a fotografia consegue enganar e envelhecer o filme, que tem uma fotografia e filmagem de começo dos anos 90. mas não engana: logo em seguida acompanhamos 8 caras arrogantes, pretensiosos e completamente artificiais - ninguém fala dessa forma, ninguém age dessa forma, ninguém pensa dessa forma, principalmente pela idade dos alunos que o filme quer vender. o roteiro fica completamente teatral com diversos monólogos e citações enormes completamente deslocadas de qualquer interação social que esteja acontecendo. o filme até quer vender que há um questionamento sobre educação, mas todos estão sempre falando sobre suas matérias e faculdades (lotaaaado de referências e piadas sobre faculdades britânicas). não dá pra gostar de nenhum dos 8 alunos, absolutamente insuportáveis. além da 01 menina do filme, que só existe pra causar algum comentário sexual dos caras. mas ainda assim, um personagem pior aparece - o professor hector com suas falas ENORMES justificando suas ações predatórias e pedófilas com renascentismo. SIM. e ainda vendido como um bom professor. o irwin, que seria o contraponto dele no filme, também não funciona como um professor melhor e
nem ser humano, já que mais tarde no filme há MAIS ações predatórias
o filme vende a imagem do homossexual predador e é uma homenagem ao abuso sexual com uma certa nostalgia e "inocência", já que o filme faz praticamente uma homenagem no desfecho de hector no filme e justifica os abusos como se falasse "mas veja! eles gostam dele! eles estão bem com isso!"
é vendido como um filme gay sendo que há muitas problemáticas homofóbicas relacionadas a isto. a única cena que realmente gostei foi da lintott sobre mulheres e história e a FUCK THE RENAISSANCE.
não consegui ter empatia com nenhum dos alunos, apoiar nenhum romance e ainda senti nojo da romantização. já envelheceu muito mal
na cena do final onde ainda por cima tenta causar alguma comoção, nos premia com a frase do aluno gay sobre virar professor: "é sempre uma luta não tocar nos garotos". nojo
Um filme inteligente, divertido e ao mesmo tempo instigante, com um elenco maravilhoso e uma trilha sonora brilhante.
Não sei o que se passava comigo quando assisti pela primeira vez. Acho que estava de mal com a vida. Assistindo agora pela segunda vez, tive uma outra visão desse filme. Curti cada cena, os diálogos, o elenco maravilhoso. Só não gostei muito do final que me deixou meio perdido.