- gostei muito da forma leve como o sci-fi é abordado nesse filme e esse conceito intrigante que nunca tinha ouvido falar - lá no final entendemos todo o drama que a protagonista passava e qual era sua real busca - apoiem a pesquisa nacional
Sou meio suspeito pra falar sobre esse filme. Tenho proximidade com o diretor, conheço boa parte da equipe e ainda se passa na minha cidade. Mas sem ser caseiro, gostei pra caramba! Já de início nos apresenta uma protagonista muito forte e extremamente bem interpretada, me deixou super curioso pra conhecer melhor a atriz, ela sustenta diálogos intensos com uma destreza singular e leva muito bem uma necessária pincelada de discurso feminino. Enviei um e-mail pra [email protected] com o título: "TEM SIM", e com o texto: "Eu tô aqui.", ao que ela me respondeu:
"Fico feliz em te ler, Sávio. Aqui também há alguém. Sigamos. E que a nossa existência ecoe em tantas outras.
com afeto Catarina."
Os discursos das relações de Catarina, sejam sociais, profissionais, acadêmicas, geográficas, são sempre muito interessantes. Tem uma homenagem massa a Adirley Queirós, além de uma bela finalização. Assistam!
Cheguei a este filme graças ao catálogo de um festival brasiliense e apreciei a sua sinopse alternativa. Estava categorizado como ficção científica, mas é um filme dramático com uma abordagem muito própria, de mergulho íntimo na vida de alguém que dedica-se integralmente ao compromisso universitário. Em dado momento, entretanto, vida acadêmica e vida íntima imbricam-se, provam-se como terrenos indissociados. E o que provém disso é brilhante: atuações excelentes e planos estendidos de respeito ao cotidiano. O modo como a masturbação surge no filme é incrível. Lindo recorte de uma vivência bastante específica, que tem a ver com quem leva as pesquisas científicas muito a sério, como eu. O desfecho militante e sutil é primoroso. Bela descoberta! (WPC>)
- gostei muito da forma leve como o sci-fi é abordado nesse filme e esse conceito intrigante que nunca tinha ouvido falar
- lá no final entendemos todo o drama que a protagonista passava e qual era sua real busca
- apoiem a pesquisa nacional
Sou meio suspeito pra falar sobre esse filme. Tenho proximidade com o diretor, conheço boa parte da equipe e ainda se passa na minha cidade. Mas sem ser caseiro, gostei pra caramba! Já de início nos apresenta uma protagonista muito forte e extremamente bem interpretada, me deixou super curioso pra conhecer melhor a atriz, ela sustenta diálogos intensos com uma destreza singular e leva muito bem uma necessária pincelada de discurso feminino. Enviei um e-mail pra [email protected] com o título: "TEM SIM", e com o texto: "Eu tô aqui.", ao que ela me respondeu:
"Fico feliz em te ler, Sávio. Aqui também há alguém.
Sigamos.
E que a nossa existência ecoe em tantas outras.
com afeto
Catarina."
Os discursos das relações de Catarina, sejam sociais, profissionais, acadêmicas, geográficas, são sempre muito interessantes. Tem uma homenagem massa a Adirley Queirós, além de uma bela finalização. Assistam!
Cheguei a este filme graças ao catálogo de um festival brasiliense e apreciei a sua sinopse alternativa. Estava categorizado como ficção científica, mas é um filme dramático com uma abordagem muito própria, de mergulho íntimo na vida de alguém que dedica-se integralmente ao compromisso universitário. Em dado momento, entretanto, vida acadêmica e vida íntima imbricam-se, provam-se como terrenos indissociados. E o que provém disso é brilhante: atuações excelentes e planos estendidos de respeito ao cotidiano. O modo como a masturbação surge no filme é incrível. Lindo recorte de uma vivência bastante específica, que tem a ver com quem leva as pesquisas científicas muito a sério, como eu. O desfecho militante e sutil é primoroso. Bela descoberta! (WPC>)