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Data de lançamento
12 Maio 2018Duração
Bahar (Golshifteh Farahani) é a comandante das Filhas do Sol, um batalhão composto apenas por mulheres curdas que atua ofensivamente na guerra do país. Ela e as suas soldadas estão prestes a entrar na cidade de Gordyene, local onde Bahar foi capturada uma vez no passado. Mathilde (Emmanuelle Bercot) é uma jornalista francesa que está acompanhando o batalhão durante o ataque. O encontro entre as duas mulheres, dentro do cenário caótico que as cercam, irá mudar a vida de ambas permanentemente.
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Um episódio de vingança bem estruturada.O trabalho com o elenco feminino funciona bastante aqui e todas engajadas.
>Assistido em 21 de Agosto de 2025
Se tem uma coisa que me da asco e gente associar conforme sua ideologia, foda-se esquerda ou direita, feminismo, machismo ,ismo e o cacete a quatro, povo doente veio...
O que vemos aqui vai muito além de sua ideologia militante, é a mais pura realidade do oriente médio, ou melhor parte dele, de uma cultura ancestral que tenta a todo modo permanecer mesmo com o avançar de quebra de tabus, misóginos, cruéis e radicais...e nao foi só nessa guerra, na servia também aconteceu muita coisa parecida, Haaa mas as mulheres e coisa e tal, os homens muitas vezes eram torturados e fuzilados, o suplicio era maior da mulheres sim era, sem duvida, mas os homens de muitas aldeias foram massacrados sem piedade...
O filme é sobre isso, a força da esperança, a força da persistência, a força da vontade de fazer a diferença e trazer para sua casa o livramento de um sistema tão brutal que são os radicais mulçumanos, a coisa nao é sobre homens cruéis e mulheres sofridas apenas, e sobre tanto sangue derramado, e sobre guerras idiotas, por você ser de uma etnia diferente, uma crença diferente..Um belo drama, muito bem atuado, as vezes um pouco arrastado, mas necessário.
A cena da fronteira a gravida foi uma das mais tensas que já vi...sente o sofrimento a cada pisada...engoli seco..
Em meio a violência e o terror da guerra lá estavam elas cantando unidas para aliviar a dor e fortalecer o batalhão, de simples dona de casa até se tornar uma soldada da resistência curda usando uma AK-47 nas mãos para proteger os seus. Lembro de ver uma reportagem a respeito da história impressionante dessas mulheres, o quanto elas foram privadas de liberdade, torturadas e abusadas, mas que não se deixaram abater e reagiram com garra e determinação contra o terrorismo e extremismo na busca de dias melhores para elas e para seu povo. Imagina o quanto é revoltante ver as coisas ruins acontecendo, ver o seu lar cheio de marcas de bala e não poder fazer nada.
Ao contrário da maioria dos filmes de guerra que quando mostram mulheres são como enfermeiras, aqui elas pegam em armas e estão prontas para o combate.
Indicado a Palma de Ouro no Festival de Cannes. O filme é baseado no contato que a jornalista americana Marie Colvin teve com um grupo de mulheres do YPJ (Unidade de Proteção das Mulheres), um dos braços da revolução marxista apoísta que trouxe liberdade para inúmeras mulheres ao combater o Daesh (ISIS) na região. Achei o filme lindo demais, Golshifteh Farahani dá um show na atuação roubando todo o filme para si. As pessoas que reclamam do 'dramalhão' do filme é porque não tem a menor noção da realidade do que ocorre nessas regiões hoje, digo até que o filme pegou leve. O ISIS é das coisas mais abomináveis da humanidade, até quando iremos fechar os olhos para as atrocidades financiadas inclusive com apoio velado do governo turco de Erdogan? A cena dos créditos finais é de encher o olho de lágrimas. O povo curdo da região de Rojava é uma das poucas coisas hoje que me dão esperança na humanidade. Filmaço!
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