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Sinopse
O americano prepara-se para entrar na 2ª Guerra Mundial, o cineasta húngaro Michael Curtiz lida com a intervenção política e uma relação disfuncional com sua filha distante em meio à problemática produção de Casablanca em 1942.
Ok, arrisquei. Era óbvio que seria ruim, mas cri que, ao menos, traria algum aspecto novo a esta lendária e mui tumultuada filmagem. Porém, o roteiro está bem mais perdido que a desorientação provocada no interior do filme: não há condução dramática segura, a direção investe em movimentos exibicionistas de câmera que revelam-se sumamente falhos, o preto-e-branco foi utilizado de forma extremamente arbitrária (exceto pelo cotejo com o vermelho, uma das poucas coisas boas do filme) e os atores parece que esqueceram quaisquer idiomas na hora de interpretar. É tudo nulo, em efeito pretendido, e inócuo, enquanto reacendimento de polêmica biográfica. O protagonista até que se esforça, a cantora da canção-tema também, mas quase não há filme aqui: há um amontoado de desavenças, sem propósito, sem organização, sem validade contextual. Um horror! (WPC>)
Por nos revelar algumas curiosidades sobre os bastidores de um dos maiores clássicos do cinema, Filmando Casablanca acaba sendo um filme imperdível, não só para os cinéfilos, como também para aqueles que são apaixonados pela obra de Michael Curtiz. O filme dirigido e escrito por Tamas Yvan Topolanszky tem uma aura elegante e clássica condizente com a obra que homenageia.
A entrada, sem o prato principal, servido como sobremesa.
é pretensioso de um jeito engraçado (ruim)
Ok, arrisquei. Era óbvio que seria ruim, mas cri que, ao menos, traria algum aspecto novo a esta lendária e mui tumultuada filmagem. Porém, o roteiro está bem mais perdido que a desorientação provocada no interior do filme: não há condução dramática segura, a direção investe em movimentos exibicionistas de câmera que revelam-se sumamente falhos, o preto-e-branco foi utilizado de forma extremamente arbitrária (exceto pelo cotejo com o vermelho, uma das poucas coisas boas do filme) e os atores parece que esqueceram quaisquer idiomas na hora de interpretar. É tudo nulo, em efeito pretendido, e inócuo, enquanto reacendimento de polêmica biográfica. O protagonista até que se esforça, a cantora da canção-tema também, mas quase não há filme aqui: há um amontoado de desavenças, sem propósito, sem organização, sem validade contextual. Um horror! (WPC>)
Por nos revelar algumas curiosidades sobre os bastidores de um dos maiores clássicos do cinema, Filmando Casablanca acaba sendo um filme imperdível, não só para os cinéfilos, como também para aqueles que são apaixonados pela obra de Michael Curtiz. O filme dirigido e escrito por Tamas Yvan Topolanszky tem uma aura elegante e clássica condizente com a obra que homenageia.
26/03/20