Em 1890, o Cancan ainda está na moda, mas nem os shows da dançarina Lola ajudam o Café Le Paravent Chinois a sair da decadência. Henri, amante de Lola e dono do Café, tem a idéia de popularizar a dança no bairro boêmio de Montmarte. Ele conhece Nini, uma lavadeira com o dom natural da dança. Os problemas começam quando Lola fica enciumada com Nini.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Romance Musical com a sempre elegante e brilhantemente sutil direção de Renoir . Gabin está carismático como sempre fazendo o veterano do showbiz e a estrela mexicana Maria (por sinal um mulherão) rouba as atenções como a classuda Lola.O relato é permeado de pequenos e deliciosos personagens e diálogos ,e a jovem Françoise Arnoul tem grande momento no esperado baile Cancan ,ao final.
Trabalho de direção de arte, figurino e fotografia magistrais. O que me conquista mais em French Cancan é este espírito bagunçado que espeta os conceitos do falso moralismo. E que bom que Renoir foge daqueles velhos clichês do gênero especialmente quando se fala em preconceito.
Não sei como pude ter proferido a heresia de que este filme seria um dos menos interessantes do diretor... Muito pelo contrário: é uma declaração de princípios do Renoir, uma de suas obras mais geniais e efusivas. Saí da sessão inebriado, efetivamente contente. Não apenas eu, mas todos que estavam na mesma sessão... Elenco sublime, uso brilhante da canção e de comentários históricos através do humor e da sensualidade características do gênio francês. Magnânimo da primeira última cena. Mise-en-scene deslumbrante. Jean Gabin e Maria Felix em estado de graça! (WPC>)
Uma homenagem do Jean Renoir aos cabarés franceses, que pontuaram a história da França boêmia, principalmente ao Moulin Rouge.
Primeiro filme do Renoir que eu vejo. A princípio, não marcou tanto, mas sempre pode mudar nas revisões. Me lembrou alguns filmes da Holywood clássica.