Acompanha a história de uma estudante de enfermagem em cuidados paliativos, atormentada por um trauma do passado que afeta desorientadoramente seu presente, seus relacionamentos, sua carreira e sua capacidade de funcionar.
Não sei por que eu insisto nessas porcarias! É o tipo de filme que termina e você fala: "Que merda foi essa?". Eu fico pensando que devo ser muito ignorante, por não entender patavinas, enquanto aqui só tem Eistein, analisando esta desgraça e dizendo que é um filme maravilhoso... Bom, respeito muito quem gosta e gostaria de ter tido a mesma percepção sobre o filme, SQN.
Muito bom tá, terror folclórico é uma delícia. Pano de fundo com um cadin de referência aos conflitos políticos da região e às casas de internação de mulheres.
um suspense psicológico folk horror irlandês bem interessante que se passa numa área rural isolada na Europa, mas que acaba sendo mais do mesmo, sem nada inovador... e é bem confuso a história, pois parte de interpretações a partir dos simbolismos e metáforas apresentados. Fala sobre a mulher e os ciclos “casamentos, nascimentos e óbitos”. visto em 12.01.26
Shoo (Clare Monnelly) trabalha como cuidadora de idosos. Ela aceita um serviço longe de sua cidade e viaja até uma remota vila para cuidar de uma idosa com agorafobia, Peig (Bríd Ní Neachtain). A senhora conta para Shoo que está aprisionada na casa por espíritos que a raptaram. A jovem acredita que aquilo seja apenas superstição, já que Peig é idosa e está doente, no entanto estranhos acontecimentos a deixarão perplexa, colocando suas crenças em jogo.
Gosto de filmes de terror sem ter violência explícita ou monstros e fantasmas. O subentendido causa mais medo e angústia, como acontece neste folk horror irlandês pouco conhecido do público, exibido nos festivais de Locarno e Chicago e premiado em Sitges, festival de cinema espanhol especializado em terror, realizado na cidade costeira de Sitges. Na história, realidade e paranoia se confundem na rotina de trabalho de uma jovem cuidadora de idosos em uma cidadezinha remota. Ao se aproximar de sua paciente, uma idosa solitária, temida pelos vizinhos por acharem que ela endoidou de vez, a jovem começa a duvidar da própria sanidade. Teriam, de verdade, espíritos malignos raptados aquela mulher, como a senhorinha diz? No filme, as ameaças são nos detalhes, com vultos e urros estranhos, que provocam um ou outro jumpscare – até a descoberta de um sinistro porão na casa, onde se faz bruxarias. Aquilo se transforma num jogo mental – a apreensão da protagonista a faz revisitar o passado marcado por um suicídio e outros traumas, colaborando para o tormento dela. O folk horror aos poucos se revela, com símbolos sagrados e uma seita naquela comunidade rural na Irlanda. Produção original da Shudder, streaming norte-americano especialista em terror e fantasia, está disponível no streaming Reserva Imovision – aliás, a Imovision é responsável por lançar vários títulos da Shudder no Brasil, já que não existe o streaming original deles disponível por aqui, como ‘Mad god’ (2021), ‘A tristeza’ (2021), ‘Deadstream’ (2022), a primeira versão de ‘Não fale o mal’ (2022) e a série ‘The Creep tapes’ (2024). OBS - Fréwaka é um termo irlandês que significa ‘raízes’, no sentido de conexão e ancestralidade. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Não sei por que eu insisto nessas porcarias! É o tipo de filme que termina e você fala: "Que merda foi essa?". Eu fico pensando que devo ser muito ignorante, por não entender patavinas, enquanto aqui só tem Eistein, analisando esta desgraça e dizendo que é um filme maravilhoso... Bom, respeito muito quem gosta e gostaria de ter tido a mesma percepção sobre o filme, SQN.
Muito bom tá, terror folclórico é uma delícia.
Pano de fundo com um cadin de referência aos conflitos políticos da região e às casas de internação de mulheres.
um suspense psicológico folk horror irlandês bem interessante que se passa numa área rural isolada na Europa, mas que acaba sendo mais do mesmo, sem nada inovador... e é bem confuso a história, pois parte de interpretações a partir dos simbolismos e metáforas apresentados. Fala sobre a mulher e os ciclos “casamentos, nascimentos e óbitos”. visto em 12.01.26
Shoo (Clare Monnelly) trabalha como cuidadora de idosos. Ela aceita um serviço longe de sua cidade e viaja até uma remota vila para cuidar de uma idosa com agorafobia, Peig (Bríd Ní Neachtain). A senhora conta para Shoo que está aprisionada na casa por espíritos que a raptaram. A jovem acredita que aquilo seja apenas superstição, já que Peig é idosa e está doente, no entanto estranhos acontecimentos a deixarão perplexa, colocando suas crenças em jogo.
Gosto de filmes de terror sem ter violência explícita ou monstros e fantasmas. O subentendido causa mais medo e angústia, como acontece neste folk horror irlandês pouco conhecido do público, exibido nos festivais de Locarno e Chicago e premiado em Sitges, festival de cinema espanhol especializado em terror, realizado na cidade costeira de Sitges. Na história, realidade e paranoia se confundem na rotina de trabalho de uma jovem cuidadora de idosos em uma cidadezinha remota. Ao se aproximar de sua paciente, uma idosa solitária, temida pelos vizinhos por acharem que ela endoidou de vez, a jovem começa a duvidar da própria sanidade. Teriam, de verdade, espíritos malignos raptados aquela mulher, como a senhorinha diz? No filme, as ameaças são nos detalhes, com vultos e urros estranhos, que provocam um ou outro jumpscare – até a descoberta de um sinistro porão na casa, onde se faz bruxarias. Aquilo se transforma num jogo mental – a apreensão da protagonista a faz revisitar o passado marcado por um suicídio e outros traumas, colaborando para o tormento dela. O folk horror aos poucos se revela, com símbolos sagrados e uma seita naquela comunidade rural na Irlanda. Produção original da Shudder, streaming norte-americano especialista em terror e fantasia, está disponível no streaming Reserva Imovision – aliás, a Imovision é responsável por lançar vários títulos da Shudder no Brasil, já que não existe o streaming original deles disponível por aqui, como ‘Mad god’ (2021), ‘A tristeza’ (2021), ‘Deadstream’ (2022), a primeira versão de ‘Não fale o mal’ (2022) e a série ‘The Creep tapes’ (2024). OBS - Fréwaka é um termo irlandês que significa ‘raízes’, no sentido de conexão e ancestralidade.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.