Ray e Alice se encontram por acaso e decidem ir acampar. Na viagem, a atmosfera está cheia de tensão incômoda devido a uma série de tentativas românticas. De volta a Sydney, os contratempos continuam enquanto Ray espera conseguir um trabalho para filmar um casamento na casa de um estranho cliente.
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Deus me livre de homens como o Ray! Não serve nem.pra transar!
Se o guri estivesse sonhando explicaria muita coisa
Meu pai, na poltrona: 'Que viagem da porra!'
Um teatro de absurdo encenado em cenário paradisíaco, com ótimos personagens mas ritmo narrativo irregular.
Traz uma visão da Austrália e dos australianos bem de perto, de um modo bem particular. Os personagens vão ganhando interesse e logo desaparecem, o que deixa o título do filme mais potente pois é uma intimidade súbita que nunca se prolonga ao ponto de sair da estranheza. Os diálogos são primorosos e em espirais que levam sempre a um certo desconforto.
Tem uma suave crítica ao racismo australiano, mas aparece só como uma mensagem subliminar, o que não é ruim. É como se ele n tivesse no que se aprofundar a não ser na branquitude e a honestidade com a qual ele tratou isso foi curiosa, justamente por n colocar essa questão como trama, mas sim enquanto contexto.