Um condenado em uma prisão de segurança média é dividido entre a sua necessidade de cumprir a sentença e voltar para sua esposa e família e seu desejo de escapar dos confins da prisão.
Descobri este filme por causa de sua canção-tema famosa e fiquei impressionado com a lógica mui otimista de seu roteiro: se, no início, pensei tratar-se de um 'noir' prisional, pouco a pouco, constatei estar diante de um filme efetivamente crente na reabilitação de pessoas que eventualmente cometeram um crime. O protagonista é um tanto histriônico em sua caracterização violenta e indecisa (o ator era jogador de futebol americano, em verdade), mas os coadjuvantes são muito bons, bem como a multiplicidade de situações relacionadas à musicalidade e à temática da espera: gostei muito das seqüências de visitas das mulheres e filhos dos detentos. Um drama inusual, curti! (WPC>)
Drama policial noir em preto e branco da Hall Bartlett Productions e Warner Bros. indicado ao Oscar de melhor canção original. Este filme de prisão foi baseado no livro de não ficção "Prisoners are people", de Kenyon J. Scudder, é mais lembrado por sua música tema, "Unchained Melody". Esta foi a estréia do diretor Hall Bartlett (1922-1993) no cinema, que também produziu e escreveu a estória.
A melosa canção "Unchained melody" popularizada nos EUA por Al Hibbler e Roy Hamilton, e na Grã-Bretanha por Jimmy Young em 1955, ano do filme, e mais tarde por Vito e The Salutations, bem como The Righteous Brothers em meados dos anos 60, apareceu pela 1° vez na trilha sonora deste filme composta por Alex North (1910-1991). O ator principal, Elroy 'Crazylegs' Hirsch (1923-2004), foi um famoso jogador de futebol americano nos anos 40 e 50, que só participou de 4 filmes no cinema.
O filme foi baseado na carreira de Kenyon J. Scudder (1890-1977), ex-supervisor da prisão de Chino, na Califórnia, conforme detalhado no livro de Scudder. O local adota uma abordagem humanística para a reforma e não há guardas armados, prisões e uniformes. A filosofia subjacente é que, se essas coisas não estiverem lá, os prisioneiros não vão querer escapar e, em vez disso, aceitarão sua punição. Até que um novo preso, Steve Davitt, chega e logo tem que se acostumar com a nova idéia. Um filme b rotineiro mas não muito diferente do que a maioria de outros deste sub-gênero que foram realizados nas décadas seguintes (com exceção dos clássicos, claro).
Mais um da série "filmes que coloquei na lista por algum motivo que não lembro". Minto, acho que foi por ter visto numa lista de melhores filmes de prisão. Nada demais. Único destaque é ter na trilha a canção Unchained Melody, cantada pela primeira vez em 55, ano do filme. No Filmow, apenas 1 pessoa marcou como visto.
Descobri este filme por causa de sua canção-tema famosa e fiquei impressionado com a lógica mui otimista de seu roteiro: se, no início, pensei tratar-se de um 'noir' prisional, pouco a pouco, constatei estar diante de um filme efetivamente crente na reabilitação de pessoas que eventualmente cometeram um crime. O protagonista é um tanto histriônico em sua caracterização violenta e indecisa (o ator era jogador de futebol americano, em verdade), mas os coadjuvantes são muito bons, bem como a multiplicidade de situações relacionadas à musicalidade e à temática da espera: gostei muito das seqüências de visitas das mulheres e filhos dos detentos. Um drama inusual, curti! (WPC>)
Drama policial noir em preto e branco da Hall Bartlett Productions e Warner Bros. indicado ao Oscar de melhor canção original. Este filme de prisão foi baseado no livro de não ficção "Prisoners are people", de Kenyon J. Scudder, é mais lembrado por sua música tema, "Unchained Melody". Esta foi a estréia do diretor Hall Bartlett (1922-1993) no cinema, que também produziu e escreveu a estória.
A melosa canção "Unchained melody" popularizada nos EUA por Al Hibbler e Roy Hamilton, e na Grã-Bretanha por Jimmy Young em 1955, ano do filme, e mais tarde por Vito e The Salutations, bem como The Righteous Brothers em meados dos anos 60, apareceu pela 1° vez na trilha sonora deste filme composta por Alex North (1910-1991). O ator principal, Elroy 'Crazylegs' Hirsch (1923-2004), foi um famoso jogador de futebol americano nos anos 40 e 50, que só participou de 4 filmes no cinema.
O filme foi baseado na carreira de Kenyon J. Scudder (1890-1977), ex-supervisor da prisão de Chino, na Califórnia, conforme detalhado no livro de Scudder. O local adota uma abordagem humanística para a reforma e não há guardas armados, prisões e uniformes. A filosofia subjacente é que, se essas coisas não estiverem lá, os prisioneiros não vão querer escapar e, em vez disso, aceitarão sua punição. Até que um novo preso, Steve Davitt, chega e logo tem que se acostumar com a nova idéia. Um filme b rotineiro mas não muito diferente do que a maioria de outros deste sub-gênero que foram realizados nas décadas seguintes (com exceção dos clássicos, claro).
Mais um da série "filmes que coloquei na lista por algum motivo que não lembro". Minto, acho que foi por ter visto numa lista de melhores filmes de prisão. Nada demais. Único destaque é ter na trilha a canção Unchained Melody, cantada pela primeira vez em 55, ano do filme. No Filmow, apenas 1 pessoa marcou como visto.