Connie Dickason (Veronica Lake) perde seu noivo em meio a uma guerra entre criadores de gado e de ovelhas, mas herda seu rancho e resolve enfrentar os donos de gado, entre eles o próprio pai, com ajuda de um empregado Dave Nash (Joel McCrea).
Em certo momento achei que poderia me deparar com algo com o Sua Única Saída, brilhante western noir dirigido por Raoul Walsh no mesmo 1947. O conceito é o mesmo , um western com aura fatalista no encontro limiar entre a justiça e a força, mas uma pena que De Toth não me parece possuir atributos para narrar bem sua história, que acaba perdendo força especialmente quando opta por afastar da tela a femme fatale a belíssima Veronica Lake. Uma pena;
Começa com uma trama promissora, especialmente, a personagem da Verônica Lake que está linda. Porém, na segunda metade perdi meu interesse na projeção, sobretudo, pela personagem de Lake ter perdido ao longo da projeção seu protagonismo e empoderamento. Mesmo assim, é válido a experiência de descobrir os filmes de Westen dirigidos pelo André de Toth.
Assisti apenas para passar tempo, conhecer um pouco mais do estilo de competência artesã do André de Toth e para prestigiar o trabalho de Veronica Lake (belíssima) e Joel McCrea (idem), o mesmo casal de CONTRASTES HUMANOS. O início do filme é deveras promissor, com a apresentação de uma trama protagonizada por uma mulher forte, que luta por seus anseios pecuários de maneira firme, determinada, empoderada. Mas, pouco a pouco, o filme a julga, converte-a numa quase vilã, em razão de motes enredísticos sobre a obediência rígida à Lei (caduca), que nem sempre se sustentam... No elenco, Don DeFore chama a atenção por seu carisma, sendo um coadjuvante tão luxuoso quanto o mitológico Doc Holliday. Nos minutos finais, eu havia perdido o interesse: os clichês de punição feminina desinteressam-me. Há algo de consolador na cena final (o elogio a um vestido), mas... Não convenceu-me, infelizmente! (WPC>)
Achei bem parado
Gostei (direção, fotografia e cenários), mas longe de ter adorado!
Em certo momento achei que poderia me deparar com algo com o Sua Única Saída, brilhante western noir dirigido por Raoul Walsh no mesmo 1947. O conceito é o mesmo , um western com aura fatalista no encontro limiar entre a justiça e a força, mas uma pena que De Toth não me parece possuir atributos para narrar bem sua história, que acaba perdendo força especialmente quando opta por afastar da tela a femme fatale a belíssima Veronica Lake. Uma pena;
Começa com uma trama promissora, especialmente, a personagem da Verônica Lake que está linda. Porém, na segunda metade perdi meu interesse na projeção, sobretudo, pela personagem de Lake ter perdido ao longo da projeção seu protagonismo e empoderamento. Mesmo assim, é válido a experiência de descobrir os filmes de Westen dirigidos pelo André de Toth.
Assisti apenas para passar tempo, conhecer um pouco mais do estilo de competência artesã do André de Toth e para prestigiar o trabalho de Veronica Lake (belíssima) e Joel McCrea (idem), o mesmo casal de CONTRASTES HUMANOS. O início do filme é deveras promissor, com a apresentação de uma trama protagonizada por uma mulher forte, que luta por seus anseios pecuários de maneira firme, determinada, empoderada. Mas, pouco a pouco, o filme a julga, converte-a numa quase vilã, em razão de motes enredísticos sobre a obediência rígida à Lei (caduca), que nem sempre se sustentam... No elenco, Don DeFore chama a atenção por seu carisma, sendo um coadjuvante tão luxuoso quanto o mitológico Doc Holliday. Nos minutos finais, eu havia perdido o interesse: os clichês de punição feminina desinteressam-me. Há algo de consolador na cena final (o elogio a um vestido), mas... Não convenceu-me, infelizmente! (WPC>)