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Em 1908 chega ao Brasil Titoe (Kyoko Tsukamoto), japonesa que vem ao país na intenção de conseguir dinheiro com seu trabalho para então retornar ao Japão e poder seguir sua vida no país-natal. Em 1935, já com sua filha Shinobu (Nobu McCarthy) nascida e com dinheiro insuficiente para retornar ao Japão, Titoe decide comprar seu primeiro lote de terras em Londrina. A 2ª Guerra Mundial e suas consequências para o Japão acabam adiando ainda mais os planos de Titoe em retornar ao país, principalmente após Kazumi e Maria (Tamlyn Tomita), seus netos, nascerem.
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15.10.20025
Gaijin II, ama-me como sou - Brasil - 2005 - visto no dia 21.07.20
Gostei do longa apesar de apresentar certas falhas de roteiro, concepção e narrativa. Mas é um filme importante para entendermos um pouco sobre a imigração mundial para o Brasil e como os estrangeiros deveriam se adaptar em um país com cultura, costumes diferentes mas principalmente para buscar emprego e lugar para morar em paz. Dessa premissa Gaijin fala da centenária (Titoe), da sua família em várias gerações e tudo narrado e será um futuro livro biográfico do seu neto. Porém aí está os problemas da história: cada cena (algumas desconexas e soltas com a história em si) não são desenvolvidas, são passadas rapidamente e de forma aleatória. Então isso chega a conclusão que o filme é um amontoado de histórias curtas, pequenas, sem profundidade nenhuma praticamente. Tem atores bem conhecidos como Mariana Ximenes,outros de seus personagens agregaram o que para história? Por isso que tinha partes confusas e sem explicações direito. Outro ponto que não gostei foi os outros membros de atuação do elenco. Alguns muito fracos, trazendo cenas forçadas e mal feitas. Igual uma cena que morri de rir enquanto
Maria e o filho do espanhol se beijam na rua com aquela musiquinha romântica chata no fundo.
Nota: 6,0
Drama nacional indicado a 4 Kikitos no Festival de Cinema Gramado, vencendo todos eles, incluindo o de melhor filme. O filme foi precedido por Gaijin - Os Caminhos da Liberdade (80), da mesma diretora, Tizuka Yamasaki, e contou com cerca de três mil figurantes e com uma mescla de atores dos dois países. As cidades que serviram de locação para o filme são: Londrina, Maringá, Curitiba, Foz do Iguaçu, Paranaguá, Cambará, Piuím, Formiga, Palmas, Rio Javaés, no Brasil, e Kobe, no Japão. O longa, que bem poderia ter sido feito em estilo minissérie, passa pela ditadura militar, redemocratização, confisco do Plano Collor, crises econômicas e o fenômeno dos “dekasseguis”, os netos e bisnetos dos primeiros japoneses, agora de volta ao Japão em busca de oportunidades, mas encontrando discriminação. O filme ainda tira seu nome de uma canção do cubano Pablo Milanés, é muito bem-feito do ponto de vista técnico. Pós-produção, fotografia e edição de som são pontos altos, bem como a cuidada cidade cenográfica que reproduz a Londrina do início do século 20, centro da história. O filme se passa em 1908, e conta a história de imigrantes japoneses que chegam para trabalhar numa fazenda de café. Lá, precisam se adaptar às condições e a exploração dos donos da fazenda.
A parte técnica é muito boa, mas o conteúdo ficaria melhor em uma minissérie. Reduzir 9 décadas em 2 horas de projeção é complicado, formando um conjunto de cenas corridas e algumas excessivamente dramáticas. Infelizmente o péssimo elenco não ajuda, com ressalvas para a atuação da carismática Aya Ono, maravilhosa fazendo a fase idosa da Titoe.
a vovó paga o ingresso , sabedoria dos mais velhos