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Jenna (Keri Russell) trabalha como garçonete e sonha em juntar dinheiro suficiente para que possa largar Earl (Jeremy Sisto), seu marido prepotente e controlador. Ela possui o dom de fazer tortas especiais, as quais são inspiradas pelos problemas e circunstâncias de sua vida. Entretanto uma gravidez inesperada muda seus planos, fazendo com que ela se fortaleça ao decidir escrever cartas para o bebê que espera.
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Waitress no Brasil Garçonete de 2007 é uma comédia dramática sensível e agridoce que mistura romance, frustrações pessoais e recomeços dentro de uma rotina aparentemente simples, mas cheia de conflitos emocionais. Ambientado em uma pequena cidade e conduzido por personagens humanos e imperfeitos, o filme usa o cotidiano de uma lanchonete e a criatividade nas tortas como metáfora para escolhas difíceis, desejos reprimidos e a busca por liberdade.
Pô, essa abertura com as tortas foi sacanagem logo após o almoço ainda, hein.
Gostei; apesar da situação angustiante da protagonista Jenna (Keri Russell), só achei
que parecia tão difícil e impossível pra ela largar esse lixo do marido dela, Earl (Jeremy Sisto), que ela se livrou dele muito fácil.
A relação das 3 amigas — Jenna (Keri Russell), Becky (Cheryl Hines) e Dawn (Adrienne Shelly) — é muito boa, rende ótimos diálogos e bons momentos, trazendo leveza e humanidade em meio ao drama da história, além de mostrar diferentes perspectivas sobre amor, frustração e recomeços. Destaque pra Adrienne Shelly, que não viu o lançamento do filme, pois foi assassinada; além da direção competente dela, que aposta em uma abordagem sensível e intimista, equilibrando humor e drama de forma natural, com foco nas emoções da protagonista e nos pequenos detalhes do cotidiano que fortalecem a narrativa. Sua direção valoriza os silêncios, os olhares e a construção gradual dos personagens, criando um clima acolhedor mesmo em situações difíceis. O caso dela foi trágico e chocou o meio artístico na época, já que o filme acabou ganhando ainda mais peso emocional após sua morte, mas o legado que ela deixou aqui mostra uma cineasta com olhar humano e delicado, sem tirar o foco do filme em si.
Feliz com a resolução do filme;
apesar da "morte" de Joe (Andy Griffith), apesar de não ser anunciado no filme, ficou claro que aquele momento em que ele fala com Jenna (Keri Russell) antes do parto era uma despedida e, pelo que as amigas dela falaram, ele provavelmente não sobreviveu.
Só achei que, antes dela ter alta, deveriam ter resolvido isso, ou dedicado algum momento para uma despedida e/ou agradecimento de Jenna (Keri Russell).
Só me frustrou um pouco também o fato de eu ficar o filme inteiro esperando essa competição de tortas e ela não aparecer, e só ter uma cena no final do filme mostrando que Jenna (Keri Russell) conseguiu o primeiro lugar e, graças a Joe (Andy Griffith), abriu seu restaurante, com o nome de sua filha Lulu, e ainda empregou suas amigas Becky (Cheryl Hines) e Dawn (Adrienne Shelly).
bons
deixando a conclusão ainda mais emocional e satisfatória.
Andy Griffith, que ficou conhecido pelo seu primeiro e maior filme A Face in Crowd 1957, morreu em 2012, deixando um legado marcante no cinema e na televisão.
Assistido em 13/02/2026
Daquelas comédias dos anos 2000 para se assistir numa tarde de sábado vazia.
>Assistido em 26 de Outubro de 2025
Vi o musical e gostei. Não sabia que vinha de um filme. Vou ver se confiro futuramente.
Gostei
Que filme sensacional! Agridoce e melancólico, devastador e esperançoso, como as grandes mudanças na vida geralmente são.
Nunca senti tanto ÓDIO de uma buzina.