The war on terror exploded, literally, the day Sarajevo was destroyed by a homemade nuclear device. The leading democracies transformed into total surveillance states, and the developing world has drowned under a wave of genocides. The mysterious American John Paul seems to be behind the collapse of the world system, and it's up to intelligence agent Clavis Shepherd to track John Paul across the wreckage of civilizations and to find the true heart of darkness—a genocidal organ.
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é como um filosofo que fala difícil mas não produz frases concretas, vi porque (não lembro onde) falaram que era a animação mais fluida de todos os tempos, mas bem, é um animação comum...
É uma animação foda, por ser do diretor de Ergo Proxy eu entendo o estilo lento mas foi além do que deveria e algumas coisas no roteiro não me agradaram, enfim...
É uma narrativa densa, eu acho que entregou bem mais do que esperava e trouxe umas discussões que podem ser postas dentro do mundo atual com uma facilidade bem discutível, ainda mais sobre questões de privacidade em si, a animação pega vários pontos e tenta fazer com que quem esteja assistindo questione sobre o que está certo e errado e acho que ela fez um ótimo trabalho nisso, nesse ponto eu não nego que o roteiro foi perfeito, mas aí chega o desenvolvimento e personagens que achei que pecou demais, as facilitações narrativas foram bem simples e....
Para um super soldado ele se apaixonou cedo demais, poderia ter acontecido mas foi tipo rápido demais e inclusive essa foi a parte mais longa do filme.
Eu achei que o personagem antagonista é bem real, de inicio eu até pensei é, ele têm um pouco de razão, natureza humana e tals mas aí no final o mesmo deu o pulo no gato e eu me toquei da merda de pensamento que esse tipo de gente fala e orquestra nos outros, foda demais.
Enfim, a trilha sonora é bem militarizada até para umas cenas que não fariam sentido ela parecer.
10/05/2020
O conceito é muito interessante, já a execução dele... O ritmo se perde em alguns momentos, mas o maior problema mesmo foi a construção do conceito do tal genocidal organ. Ficou raso e difícil de comprar a ideia, acredito que pela dificuldade de adaptar td o universo do livro original.
Interessante como o filme retrata a nossa realidade. Para termos segurança, preferimos tirar nossa liberdade e dar ao estado, uma verdadeira distopia.
Assim como hoje, no Brasil, preferimos certa intervenção militar para termos segurança em troca da liberdade.
Mas sempre foi assim, quantos massacres tiveram desde os primórdios e poucos comentam isso. Quando houve atentado 11.09 ou França, Londres todos colocaram "força tal país" pelo Facebook, mas os países miseráveis, ninguém lembra e, claro, os estereótipos ridículos posto na mídia. Que todo árabe, muçulmano é terrorista, como branco europeu não possam ser.
"Alguém certamente havia caluniado Josef K. pois uma manhã ele foi detido sem ter feito mal algum" o processo - Kafka
Essa frase já encerra sobre esse maravilhoso filme.
Achei muito interessante o filme abordar temas incomuns para o gênero:
1- A importância do controle da linguagem para a implantação do totalitarismo e de qualquer outro regime que queira mudar a natureza humana - que mesmo não não sendo da forma mecânica/biológica apresentada no filme, se faz pela cultura. Um ótimo exemplo temos em 1984.
2- O mal está dentro do próprio homem - não se compactua com a crença do bom selvagem ou mesmo de um ponto de vista pessimista de Hobbes, mas de que o homem possue ambas características e ele as demonstrará conforme a sua conduta moral.
3- Grupos cometendo crimes ou imoralidades por um suposto bem coletivo, onde os profetas do futuro pacífico usam todos os meios para garantirem a preservação dessa utopia.
Daria pra discorrer muito mais com alguém da área, mas enfim, observar essas abordagens do enredo é bem interessante.
E a ED com EGOiST é sensacional.